30 de Setembro de 2008
Por José Manuel Costa

Muitos dos grandes negócios nasceram de pequenas ideias, muitas vezes desenvolvidas em espaços menos ortodoxos.

 

Com a chegada das novas tecnologias esses espaços multiplicaram-se, bem como a forma de criar negócio e gerir riqueza. Não admira portanto que Max Levchin, co-fundador do site de pagamentos e transferência de dinheiro “PayPal”, esteja a dirigir uma verdadeira revolução social ao nível do social networking.

 

Aos 33 anos de idade este ucraniano, que se dizia “deprimido” depois de ter vendido ao Ebay, e por muito bom preço, o sistema PayPal, está em conjunto com amigos a “engordar” a Slide, uma aplicação para sites de redes sociais. Tudo começou com fotos e partilha de vídeo, mas depressa correu para outras aplicações. Sistemas que conduzem o utilizador para o verdadeiro networking social.

 

 

 


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29 de Setembro de 2008
Por José Manuel Costa

Time Cover

 

A Time dedica a edição de Outubro aos “Heroes of the Environment”.

 
Lado a lado, políticos, gestores, activistas, cientistas falam sobre as suas preocupações ambientais, as mudanças climáticas e explicam que ainda existem soluções.
 
Com o momento actual a ser comparável à clássica luta David contra Golias, Arnold Schwarzenegger, Sheila Watt-Cloutier, Kevin Conrad, Alice Waters, Marina Silva, Cristina Narbona Ruiz, Kim Stanley Robinson, Ted Nordhauns and Michael Shellenberger, Habiba Sarabi, Jean-François e Jean-Charles Decaux, Peter Head, Annie Leonard, Lonnie Thompson, Joachim Luther, entre tantos outros, dão as mãos e explicam porquê as suas opções pela criatividade, pela vontade e combate em prol do ambiente.
 
Afinal… as batalhas só se perdem quando baixamos os braços!

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26 de Setembro de 2008
Por José Manuel Costa

Ivy Lee é considerado o pai das Relações Públicas. Ex-jornalista, Lee ajudou Rockfeller a ganhar eleições, envolveu-se na crise dos caminhos-de-ferro e de indústrias de petróleo nos Estados Unidos, e introduziu o corpus de análise das Relações Públicas – a análise de conteúdo – ao provar em tribunal que um jornal norte-americano fazia propaganda nazi.

 

Meio século depois, os profissionais de RP provaram que a Associação Brasileira de Relações Públicas tinha razão quando, em 1955, descreveu a profissão como “a actividade e o esforço deliberado, planeado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, directa ou indirectamente, ligada".

 

No Dia Internacional das Relações Públicas resta-me dar os Parabéns a todos os RP.


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25 de Setembro de 2008
Por José Manuel Costa

 
John McCain anunciou que suspende a sua campanha eleitoral para acompanhar a crise financeira que assola os Estados Unidos da América.  Nesse sentido pediu a Obama para adiar o debate televisivo marcado para hoje entre ambos.
 
O candidato democrata recusou e fez saber, através do seu porta-voz, que havia convidado o candidato republicano para em conjunto emitirem uma declaração “com os princípios e condições que partilham para a proposta do Tesouro e pedindo ao Congresso e à Casa Branca para conjugarem esforços”.
 
Enquanto os respectivos porta-vozes esgrimiam argumentos, os Media davam conta que 57% dos eleitores americanos apoiam o plano de crise da administração liderada pelo republicano Bush. Informavam também que a Casa Branca saúda a decisão de McCain.
 
Os mesmos Media faziam publicar que Obama tem agora 9 pontos de vantagem sobre o seu adversário.
 
Com o marketing político a demonstrar todo o seu poder, uma questão se impõe: Até que ponto está a ser gerida a articulação Bush / McCain?

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Por José Manuel Costa

Para muitos o Mickey é a par do Patinhas, do Donald ou da Margarida um dos personagens da Disney. Para outros é o rato mais famoso do mundo e uma das fontes de rendimento de um grupo económico criado no século passado.

Para mim o Rato Mickey personifica também gestão e força de vencer. Criado após Walt Elias Disney ter perdido os direitos de comercialização do personagem coelho Oswald, o Mickey Mouse pode hoje ser entendido / visto como um facilitador. Um comunicador que reconhece o valor de se estabelecer uma relação baseada na confiança e no serviço.


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24 de Setembro de 2008
Por José Manuel Costa

O novo paradigma!

  
Falo do novo paradigma da relação do homem com o consumismo.
 
É tempo de assumir uma transformação de base na relação entre as marcas e os consumidores.
 
O consumidor criou defesas e está cada vez mais imune ao bombardeamento publicitário. Face a esta nova realidade, o desafio passa pela incorporação de políticas de responsabilidade social e de sustentabilidade ambiental.
 
A aposta das empresas e das marcas deverá passar por incorporar o Relationship Marketing, o Experimental Marketing ou o Engagement Marketing (tema em debate no 1ª Congresso da APAN, dia 8 de Outubro), e o estabelecimento / fortalecimento de laços de proximidade com o cliente. Intensificar e amplificar a relação afectiva como pedra basilar na relação entre a marca e o consumidor.
 
Três excelentes livros para base de discussão sobre o tema:
 
Buying In: The Secret Dialogue Between What We Buy and Who We Are”, Rob Walker
 
 
Se hoje os consumidores são mais cuidadosos nas escolhas que fazem, isso não se deve apenas ao facto de se terem tornado imunes à constante interpelação das marcas. O consumidor moderno expressa a sua individualidade nas marcas que consome.
 
Deixou de comprar de forma aleatória, seguindo os poderosos inputs do Marketing, para passar a projectar a sua própria identidade no que consome. A expressão que Walker inventa para definir o fenómeno é: Murketing (murky = obscuro).
 
Does Ethics Have a Chance in a World of Consumers?”, Zygmunt Bauman
 
 
O Sociólogo Polaco repudia o mundo moderno do consumismo capitalista, dando uma visão quase apocalíptica das consequências futuras da actual conjuntura das sociedades. Segundo Bauman: “consumer is the enemy of the citizen”.
 
Na sociedade moderna promove-se o acto da compra como se dele decorresse a felicidade. Felicidade efémera, facilmente descartável na busca do seguinte objecto portador de felicidade. Tudo hoje é dispensável. A facilidade com que nos livramos de objectos gastos é paralela à facilidade em protegermo-nos dos outros, dos estrangeiros, dos imigrantes, cuja humanidade não reconhecemos.
 
The Comfort of Things”, Daniel Miller
 
 
Para o Antropólogo Britânico a posse de objectos não é necessariamente má, é através destes objectos que nos sentimos próximos das pessoas de quem gostamos.
 
As relações sociais são criadas através dos objectos, mostramos afecto por outros e desligamo-nos deles através das relações que temos com objectos que nos lembram e que nos ligam a essas pessoas.

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Por José Manuel Costa

“The PR business is bigger and stronger than ever before, with a major influx of sénior journalist and analyst talent over the past year”,  Danny Rogers, editor  da PRWeek.

 
Nunca na história a indústria das PRelations esteve sobre tantos “holofotes”.
 
Não deveria ser surpresa!
 
O sector está em profunda mudança, tanto no modelo de negócio como nas suas competências.
 
A incorporação de recursos e talentos com elevado nível de especialização é uma realidade!
 
Afinal…
 
Falamos de Business, de Management!

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Por José Manuel Costa

Lá por fora, os grandes fabricantes de comida congelada deram as mãos em torno de uma campanha para incentivar ao consumo de alimentos congelados de longa duração.

 
Supervisionada pela British Frozen Food Federation (BFFF), a campanha, que “agarra” em factos actuais, incentiva não só a uma alimentação saudável como desmistifica preconceitos em torno dos produtos congelados.
 
Numa altura em que os apelos à redução de desperdícos é nota diária porque não começar a apostar-se em refeições preparadas congeladas?

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23 de Setembro de 2008
Por José Manuel Costa

A força da sustentabilidade, da eficácia energética e da energia renovável, está nas três histórias que se entrecruzam na mais recente campanha publicitária da EDP.

Da autoria da McCann Portugal, o anúncio mostra como por detrás do sonho pode estar a visão de uma nova realidade. Mostra como aspirações aparentemente utópicas podem desencadear acções concretas.
Na GCI já começámos a tornar esse sonho realidade. 
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Por José Manuel Costa

Uma nova “velocidade” para a cidade de Lisboa

 
Amanhã será discutida na Câmara de Lisboa a introdução, em 2009, das ciclovias, incentivo e sensibilização no uso das bicicletas. Um projecto que seguramente contribuirá para a sustentabilidade e mobilidade na cidade das sete colinas.
 
Acompanharemos assim cidades europeias como Paris, Lyon, Barcelona e Sevilha.
 
Actualmente, em Paris, as ciclovias totalizam 371 km, sendo este sistema utilizado especialmente para pequenas viagens, complementando os transportes públicos, ou até mesmo como alternativa ao uso dos carros.
 
A distância entre cada estação é de 300 m – 4 vezes mais frequentes do que as estações de metro – localizadas perto de centros de interesse: lojas, áreas residenciais e de escritórios e, cumprindo as restrições impostas pelo corpo de arquitectos franceses, perto de monumentos históricos.
 
 
 
Integração urbana das estações
 
O mobiliário das estações foi escolhido após consulta junto da Commission du Mobilier Urbain. As dimensões do mobiliário mereceram especial atenção, de modo a integrarem a paisagem urbana de Paris, a sua estética, e cumprindo as guidelines sobre acessibilidade de espaços públicos.
 
As estações Vélib foram alvo de estudo por parte da APUR (Atelier Parisien d’Urbanisme) e a sua localização aprovada pelo Dep. de Arquitectura da Câmara, evitando-se a sua colocação perto de monumentos históricos.
 
Medidas para fomentar a utilização de bicicletas:
 
  • O nº de “ciclistas” tem vindo a crescer tendo aumentado 48% entre 2001 e 2006. Estes resultados foram atingidos pela criação de novas ciclo vias e percursos, assim como zonas 30 km/h (green quarters);
  • A Câmara Municipal de Paris também criou uma comissão especial  composta pelas várias associações e organismos interessados (polícia municipal, autoridades de transportes locais, etc), que se dedicam a esta temática;
  •  “Paris respira”, participação no “Dia das Bicicletas”, ou o fornecimento gratuito de bicicletas durante o festival de arte contemporânea Nuit Blanche, são alguns exemplos de iniciativas que têm sido promovidas.
 
Características do sistema:
 
  • Bicicletas seguras e fáceis de utilizar feitas com componentes de elevada qualidade, mas resistentes – já que são utilizadas entre 10 a 15 vezes dia (pesam 22 kg, enquanto uma bicicleta “normal” seria 18 kg);
  • Controlo das bicicletas é feito por veículos também ecológicos; a água utilizada na sua manutenção é água das chuvas, desmineralizada, não utilizando por isso detergentes também agressivos ao ambiente;
  • 99% das bicicletas são recicláveis.
Velib em números:
 
  • 1980 mil pessoas com passe anual;
  • 3.5 milhões de pessoas já utilizaram as bicicletas;
  • JCDecaux investiu 80 milhões de euros;
  • 20.600 bicicletas em circulação, distribuídas por 1.451 estações;
  • Disponível 24 horas / 7 dias da semana;
  • 400 colaboradores JCDecaux garantem a viabilidade deste sistema.
LYON – VÉLO’V
 
  • Lançada em 2005 foi um sucesso instantâneo: ao fim de um ano, contava com 60.000 subscritores e 15.000 utilizações/dia;
  • 250 estações e 3000 bicicletas, VELO’V deu um contributo importante para o aumento da utilização deste meio de transporte em 45%;
  • Aumento da qualidade de vida: evitada a emissão de 2.400 toneladas de cO2. 
LUXEMBURGO – VEL’OH
 
  • Apenas 3 meses após o seu lançamento, é já um sucesso contando com 2.030 subscritores anuais;
  • Em média as bicicletas são utilizadas 406 vezes ao dia;
  • Em comparação com cidades com a mesma população e com um sistema semelhante, Luxemburgo conta com 10% de subscrições anuais nos primeiros 3 meses de funcionamento. 
Uma Vélib por Lisboa!
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