24 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

Há uma semana que arrancaram as candidaturas para o Nutrition Awards, o mais recente projecto do Grupo GCI e que terá em 2010 a sua primeira edição. Os Nutrition Awards é uma co-organização do Grupo GCI com a Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN) e pretende reconhecer o trabalho realizado na área das ciências da nutrição.

 

Em concurso vão estar projectos, serviços ou produtos inovadores – e eficazes – no campo da nutrição sustentável. É uma iniciativa inédita que pretende colocar na ordem do dia um tema que não tem tido, ano após ano, o destaque que a sua importância global merece.

 

Para se ter a noção da importância deste tema na sociedade, basta voltar ao ano 2000 e aos chamados “Objectivos do Milénio”, aprovados por todos os 189 Estados-membros na Assembleia Geral das Nações Unidas e 23 outras organizações internacionais.

 

O primeiro objectivo – de um total de oito – era erradicar a pobreza extrema e a fome. A sustentabilidade ambiental, só para fazer um paralelismo com um tema muito em voga – e bem! – vinha em sétimo lugar.

 

Gosto de ver o Nutrition Awards como o prolongamento, com as devidas ressalvas, de um projecto como o Green Project Awards. Ambos têm na promoção dos projectos sustentáveis o seu principal objectivo e, embora o tema não seja o mesmo, existem pontos em comuns.

 

A começar pela mudança de mentalidades, algo necessário para que qualquer projecto seja disruptivo e verdadeiramente influente na sua área. Os sucessos do Green Project Awards e Green Festival, por exemplo, são a prova de que esta mudança de mentalidades é possível.

 

Apesar deste projecto só agora arrancar, a larga experiência que o Grupo GCI tem na área da nutrição e alimentação – e a nossa parceria com a APN e o apoio dos ministérios da Educação e da Saúde – fazem dos Nutrition Awards um projecto de presente e futuro.

 

Presente na cerimónia de apresentação dos Nutrition Awards, o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, explicou que o tema da nutrição tem que ser encarado, cada vez mais, na perspectiva da inovação e da investigação. E também é necessário tornar o tema mais apelativo.

 

 “Temos que alterar as estratégias para chegar às pessoas e tornar mais interessante o tema [da nutrição]”, explicou. É aqui que penso que o Grupo GCI pode intervir, com a sua experiência na área da comunicação e das relações públicas.

 

As candidaturas estão abertas até 15 de Março e a partir desta data começa o trabalho dos cinco júris – um por prémio – que decorre até 30 de Maio. A cerimónia de entrega de prémios está marcada para Junho de 2010 e pode conhecer melhor os Nutrition Awards em www.nutritionawards.pt.


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23 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

Nos dias 28 e 29 de Novembro, sábado e domingo próximos, o Banco Alimentar contra a Fome promove, em 17 regiões do País, uma recolha de alimentos. Segundo os dados do Banco Alimentar, serão 25 mil os voluntários que, em 1.633 estabelecimentos comerciais, irão participar nesta recolha – que inclui ainda uma campanha “Ajuda Vale”, de 28 de Novembro a 6 de Dezembro.

 

Acções de responsabilidade social como esta são, infelizmente, cada vez mais importantes no dia-a-dia de uma sociedade. Mas também existem, felizmente, cada vez em maior número. Sei-o, mais que não seja, porque participei em várias dezenas de acções destas, em planos estratégicos de comunicação desenvolvidos para clientes.

 

E todos, em alguma fase das nossas vidas, sentimos a importância da responsabilidade social – seja para nós, familiares, amigos, vizinhos ou conhecidos.

 

Não me canso de dizer que o último Good Purpose, relatório da Edelman UK, explica que 77% dos britânicos está disposto a mudar os seus hábitos de consumo se isso tornar o mundo melhor, 55% espera que as marcas patrocinem boas causas e 59% diz que, hoje, não basta às empresas simplesmente gastar dinheiro – elas têm que integrar boas causas no seu negócio do dia-a-dia.

 

Tenho para mim que a evolução dos resultados do Good Purpose, nos últimos anos, no caminho de uma maior importância da responsabilidade social das empresas aos olhos dos consumidores, está directamente relacionada com a crise económica, social e de confiança que assolou (e ainda assola) várias regiões mundiais – e que outro estudo da Edelman, o Trust Barometer, confirma.

 

É visível que as pessoas sentem que algo mudou no seu dia-a-dia, as certezas tornaram-se dúvidas e por isso, mais do que nunca, esperam que as empresas e marcas estejam lá para elas. Nos bons como nos maus momentos. E as marcas têm que responder, sob pena de ficarem para trás em relação aos concorrentes e perderem uma oportunidade de ouro para ficarem, para sempre, no coração dos consumidores.

 

As agências de relações públicas são mais do que meras consultoras de comunicação. Estabelecer uma estratégia de responsabilidade social, a longo prazo, para uma marca ou empresa, é um dos desafios actuais das consultoras de RP. Felizmente, nas últimas semanas, não nos faltam exemplos disso: Missão Sorriso, Tempo para Dar, Aldeia da Paz ou Fábrica dos Sonhos, para falar de alguns projectos.

 

Segundo o Banco Alimentar, no ano passado foram distribuídos um total de 17.500 toneladas de alimentos, o que equivale a uma média diária de 69,6 toneladas. Acções como esta ou como a Bolsa de Valores Sociais, assim como as que referi em cima e que foram desenvolvidas pelo Grupo GCI, contribuem para uma maior sustentabilidade da estrutura social portuguesa. E haverá maior retorno que este?
 


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20 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

Segundo a imprensa do País vizinho, a sustentabilidade será um dos eixos principais da presidência espanhola da União Europeia. Esta excelente notícia, a poucos dias do início da Cimeira de Copenhaga, só confirma aquilo que tenho defendido, neste blog, nos últimos meses: a sustentabilidade é uma das prioridades globais e deve ser encarada pelas empresas, organizações e consumidores como algo mais que um mero jogo de marketing.

 

Quando anunciou esta novidade, o Ministro do Fomento espanhol, José Blanco, aproveitou para dar outra: a mobilidade sustentável terá um importante papel neste estratégia. “Vai dar-se prioridade à mobilidade nos meios urbanos e metropolitanos”, explicou à imprensa vizinha.

 

“[É preciso trabalhar com todas as administrações para] acordar políticas de transporte sustentável no âmbito da mobilidade urbana e metropolitana”, revelou, referindo depois que o Governo espanhol está a elaborar uma futura Lei da Mobilidade Sustentável – uma lei que, de resto, está há dois anos na agenda dos governantes espanhóis.

 

“Não há sucesso sem uma mudança de mentalidades e sem o compromisso de todos”, completou José Blanco. 

 

Aqui, o governante tocou num ponto fulcral. É de mudança de mentalidades que falamos quando anunciamos projectos como o Menos Um Carro ou o LXSustentável. O Grupo GCI entrou na área da sustentabilidade em 2005 e, nos últimos meses, organizou projectos como o Green Project Awards – cerimónia de entrega de prémios e roadshow por várias cidades portuguesas – e Green Festival (só para falar nos mais recentes), tendo desenvolvido ainda vários projectos, para clientes, nesta área. Por isso, apesar destas notícias nos deixarem, obviamente, satisfeitos, não podemos dizer que seja algo que não estivéssemos já à espera.

 

Como já disse aqui, as consultoras de Relações Públicas têm uma duplo papel na abordagem a este assunto: devem não só apresentar ideias para introduzir políticas de sustentabilidade nas acções que desenvolvem para os seus clientes, como utilizar a sua influência para, junto de uma esfera muito abrangente de stakeholders, alertar para a necessidade de mudar mentalidades.

 

E é isso, garanto-vos, que continuaremos a fazer no futuro.


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Por José Manuel Costa

Estaremos nós, líderes da indústria das Relações Públicas, a aconselhar os nossos clientes por convicção ou por conveniência? Temos a responsabilidade de liderar ou deveremos servir como colaboradores numa cultura de conformismo? Embora haja quem, inevitavelmente, queira monetizar este momento de responsabilidade, deveremos, em vez disso, transformá-lo e modelá-lo para o futuro, estabelecendo [novas] regras pelo caminho?
 
Estas três (pertinentes) perguntas foram colocadas, num artigo de opinião, pelo CEO da Edelman UK, Robert Philips, na última edição do PR Week. Philips lembra dois dos principais relatórios anuais da Edelman – o Good Purpose e o Trust Barometer – para justificar qual o caminho.

 

“[Estes estudos] reforçam a proeminência da sociedade dos stakeholders e a centralidade da “mutual social responsability” para o negócio”, afirma o executivo no artigo.
 
É também esta a visão do Grupo GCI. Como diz Philips, as Relações Públicas têm que fazer evoluir o seu próprio conceito, fazer verdadeira consultoria de gestão, aconselhamento em áreas como a sustentabilidade ou a ecologia, trabalhar projectos sociais e económicos. E esta é a altura certa para o fazer.

 

Voltando ao Good Purpose e ao Edelman Trust Barometer, um dos grandes desafios das agências de relações públicas será esse mesmo, o de liderar. Através de acções que envolvam os vários stakeholders das empresas, através de conceitos inovadores e de acções de responsabilidade social ou ambiental.
 
O último Good Purpose explica que 77% dos britânicos está disposto a mudar os seus hábitos de consumo se isso tornar o mundo um lugar melhor. E se 55% espera que as marcas patrocinem boas causas, 59% diz que, hoje, não basta às empresas simplesmente gastar dinheiro – elas têm que integrar boas causas no seu negócio do dia-a-dia.

 

Nas últimas semanas, o Grupo GCI lançou quatro projectos que vão certamente atingir estes objectivos. A Missão Sorriso, o Tempo para Dar, a Aldeia da Paz e a Fábrica dos Sonhos estão aí para provar que as agências de Relações Públicas são mais do que meras consultoras de comunicação.

 

São, como diria Richard Edelman, percursoras do conceito de private-sector diplomacy: conjunto de acções e comportamentos que as empresas utilizam para se relacionar com uma rede alargada de consumidores e organizações, comunidades e governos.
 


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17 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

O que faz um blogger de 23 anos com o nick Bryanboy sentado na primeira fila, junto aos mais importantes jornalistas da indústria da moda, no desfile Primavera/Verão da Dolce & Gabbana, em Milão? A resposta é: o mesmo que Suzy Menkes, do Internacional Herald Tribube, Michael Roberts, da Vanity Fair, Sally Singer, Hamish Bowles e a célebre Anna Wintour - todos da Vogue: a fazer a cobertura do evento.

 

A inclusão do jovem filipino – cuja influência lhe valeu a “homenagem” de Marc Jacobs com o nome de uma mala – nesta restrita lista deve-se ao facto do seu blog homónimo  atingir os 215 mil visitantes únicos por dia. Mais 15 mil por dia, por exemplo, que as vendas mensais da Vogue britânica. Ou seja, todos os meses visitam o site de Bryanboy 6,5 milhões de utilizadores únicos, contra apenas 215 mil que compram a Vogue britânica. Afinal, pensará a Dolce & Gabbana, quem será mais influente?

 

Desde os 17 anos que Bryanboy actualiza o blog a partir do seu quarto em Manila, Filipinas. O blog tornou-se famoso pelos comentários, críticas e elogios do autor, mas também pela actualização ao minuto de tudo o que se passa no mundo da moda.

 

Por isso Domenico Dolce e Stefano Gabbana o convidaram – e ao seu portátil – para a ocasião. Porque sabem que a sua opinião chegará a milhões de potenciais consumidores antes de qualquer dos outros gurus pegar sequer no computador.

 

“O que se passa com a Dolce & Gabbana – e os bloggers na fila da frente – é que a marca se apercebeu que se não pode controlá-los, então tem que aprender a lidar com eles”, explicou ao Financial Times Scott Schuman, do blog Sartorialist.

 

O mesmo jornal cita também o director criativo da Burberry’s, Christopher Bailey: “É importante que os bloggers sejam respeitados. Têm uma forma muito articulada de expressar a sua opinião. A diferença entre os bloggers e os media tradicionais é que os primeiros estão a falar directamente com o consumidor final”, explicou.

 

Esta ascensão dos bloggers – ao nível da importância dos principais jornalistas da área – só surpreende quem andou longe da blogosfera e dos media tradicionais nos últimos dois anos.

 

É também para esta mudança que as agências de RP têm que estar preparadas. É que, como disse David Brain, em Lisboa, em Junho, o futuro do sector é uma terra de oportunidades. Há que saber aproveitá-las e reconhecer a importância dos blogs e das redes sociais para uma boa estratégia da Relações Públicas.

 


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11 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

A European Association of Communication Directors (EACD) organiza amanhã e sexta-feira a conferência “Regaining Trust”, aproveitando um dos temas do momento na área das relações públicas para comemorar o seu terceiro aniversário.

 

Na apresentação da conferência, o presidente da EACD fez uma breve análise dos três anos de associação, explicou com a crise financeira veio acabar com as sólidas fundações em que os departamentos de comunicação estavam assentes e realçou o tema da confiança como essencial para o sucesso do futuro desenvolvimento das RP.

 

“Como comunicadores, estamos perante o que é, muito possivelmente, o nosso maior desafio profissional. Contra a actual onda de cepticismo, temos que arregaçar as mangas e reconstruir a confiança nas nossas organizações, tijolo a tijolo”, explica Herbert Heitmann.

 

E como o tema é confiança, uma das ferramentas que será utilizada para iniciar o debate é o Edelman Trust Barometer. Por isso, o CEO da Edelman EMEA, David Brain, que já tivemos o prazer de ter em Lisboa para os 15 anos do Grupo GCI, será também um dos oradores dos dois dias de conferência.

 

Já aqui falei várias vezes do Edelman Trust Barometer (um estudo que contará brevemente com dados portugueses, um processo desenvolvido pelo Grupo GCI em parceria com a APEME), e da sua importância para o nosso sector. Por isso, os sinais positivos que o Midyear Trust Barometer revelou para a confiança nas empresas e instituições deixam adivinhar que também as consultoras de relações públicas poderão encarar com optimismo o próximo ano.

 

O digital e a responsabilidade social serão outros dos temas da conferência. Como já aqui referi, os resultados do Midyear Trust Barometer explicam que é na responsabilidade social que as empresas devem e podem apostar para recuperar a confiança dos seus stakeholders. Sobre a importância do digital, remeto para a conferência de David Brain nos 15 anos do Grupo GCI. É lá que estão os desafios mais importantes das RP.
 


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3 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

É impossível folhear um jornal ou revista, nos dias que correm, sem passar por artigos relacionados com a Cimeira de Copenhaga (tirando, provavelmente, os desportivos, é certo).

 

Sendo um tema transversal à quase totalidade dos meios de comunicação, não deixa de ser interessante perceber que, na contagem decrescente para Copenhaga, os jornais económicos estão a liderar a cobertura diária ao assunto.

 

O que demonstra bem o que está em jogo, em Dezembro, não só para a sustentabilidade social e ambiental mas também para a económica.

 

Apesar de ser um lugar-comum afirmar-se que este acordo é fundamental para a sustentabilidade e até para a própria existência do planeta, tal como o conhecemos, nas próximas décadas, não posso deixar de partilhar esta ideia.

 

Como presidente do Grupo GCI, sinto que fiz a minha parte para promover a discussão sobre as alterações climáticas e sustentabilidade em Portugal. Este ano, para além dos projectos que temos vindo a desenvolver para os nossos clientes, fomos responsáveis pela co-organização do Green Project Awards e Green Festival.

 

Mais recentemente, tornámo-nos parceiros do EBAEpis, ou seja, os European Business Awards for the Environment – Prémio de Inovação para a Sustentabilidade. 

 

As consultoras de RP têm, a meu ver, uma dupla função na abordagem a este assunto. Em primeiro lugar, devem apresentar ideias para introduzir políticas de sustentabilidade nas acções que desenvolvem para os seus clientes; e, em segundo, utilizar a sua influência junto de uma esfera muito abrangente de stakeholders para alertar para a necessidade de mudar mentalidades.

 

É que, como explicaram muitos dos especialistas em alterações climáticas que convidámos, ao longo do ano, para conferências e seminários, não há plano B. Ou se chega a um consenso em Copenhaga ou não há mais nada a fazer.

 

Como explicou Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, em Setembro à Newsweek: “Se perdermos a oportunidade de proteger o nosso planeta, não haverá segunda hipótese no futuro; não será possível voltar atrás e refazer os estragos catastróficos para o ambiente”. 


 


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2 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

*Artigo de opinião publicado no Weekend Económico

 

 

Em Junho passado, o britânico David Brain, uma das figuras incontornáveis do sector das Relações Públicas, explicou numa conferência englobada nos 15 anos do Grupo GCI que, no futuro, a regra é que não haverá regras, mas sim pragmatismo e ambiguidade, flexibilidade organizacional, escrutínio e erro.


O CEO da Edelman Europa explicou então que, à medida em que o modelo da pirâmide de influência dá lugar à esfera da comunicação cruzada, novas estratégias e oportunidade de negócio existirão para as empresas de relações públicas.


Para perceber como provavelmente será o mundo dentro de seis anos, podemos recuar o mesmo período de tempo, até 2003, e ver tudo o que mudou desde então. Em Setembro de 2003, o Twitter e o Facebook ainda não existiam, o Messenger permitia uma comunicação imediata e gratuita e entrava a pouco e pouco na rotina internauta dos portugueses, os jornalistas começavam a utilizar a Wikipedia e o Google para tirar dúvidas simples e rápidas, o MySpace tinha apenas um mês, o Hi5 três e o LinkedIn quatro.


Em 2015, provavelmente, o Twitter o Facebook – pelo menos estes – ainda cá estarão mas com serviços, ferramentas e modelos de negócio diferentes. Entretanto, outras redes sociais terão nascido – e desaparecido – e outras ainda serão a moda daquele momento – com serviços e ferramentas que ainda estão hoje na cabeça criativa dos seus futuros fundadores. Aliás, o próprio conceito de rede social já não será bem o mesmo.


Outra das grandes questões das RP dos próximos anos está também relacionada com as redes sociais – e é adjacente ao tema da evolução das redes sociais e da sobrevivência dos jornais. Assim, as empresas que conseguirem trabalhar melhor as redes sociais poderão utilizá-las para criar canais directos com os consumidores.

 

Esta nova relação directa entre empresas e consumidores poderá retirar um papel que estava, até há poucos anos, reservado aos jornalistas: o de serem os gatekeepers da informação.


Assim, cada vez mais uma empresa, seja ela de que sector for, pode tornar-se numa produtora de conteúdos. Existem já alguns exemplos, como o site babycenter.com, da Johnson & Johnson, mas centenas deles aparecerão, mercado a mercado, até 2015.


A grande questão, porventura, será perceber onde estarão os media tradicionais – jornais, revistas e rádios. Partindo do princípio que é consensual que Internet e televisão não correm perigo de extinção – muito pelo contrário – será na evolução, sobretudo, dos meios impressos, que estará a grande dúvida dos próximos anos. Mas a isso ainda será cedo para responder.


Por fim, um dado muito importante. Em 2015 estarão a entrar na maioridade as primeiras gerações que nasceram num ambiente digital e de Internet. E como pensarão estas gerações? Bom, isso não me atrevo sequer a adivinhar…
 


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