30 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Foi com um fantástico discurso que a ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, conquistou os gestores e empresários, políticos e ambientalistas portugueses, na última sexta-feira, no almoço-conferência Futuro Sustentável, promovido pelo BES e Expresso.

 

Da apresentação do Ritz guardo, entre muitos, dois temas: a importância do sector privado na gestão ambiental e promoção da sustentabilidade e a dimensão social associada ao ambiente, biodiversidade e alterações climáticas.

 

Sobre o primeiro, a governante disse que a parceria entre Governo e empresários era crucial, salientando inclusive o papel do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável brasileiro.

 

“Estamos absolutamente convencidos de que o papel do sector privado é estratégico e essencial para fazer descolar a agenda económica da sustentabilidade”, explicou entretanto a própria Izabella Teixeira numa entrevista ao Expresso, publicada no sábado.

 

Aqui, temas como as energias renováveis, alterações climáticas, biodiversidade ou segurança alimentar são os mais prementes.

 

Em relação ao segundo assunto, Izabella Teixeira relembrou à audiência que o Brasil retirou 60 milhões de pessoas da pobreza nos últimos cinco anos. “A classe média é hoje de 100 milhões de pessoas, metade da população”.

“As nossas opções não podem deixar de garantir qualidade de vida nem diminuir as expectativas de inclusão e combate à pobreza extrema. E o uso sustentável da natureza é essencial para este combate”, continuou Izabella, na mesma entrevista.

 

A responsável disse ainda que Dilma Rousseff seguiu Lula da Silva e atribuiu à luta contra a pobreza extrema o seu maior compromisso nos próximos anos. Não é de estranhar, por isso, que Izabella Teixeira seja já uma das mais activas e mediáticas ministras brasileiras deste mandato presidencial.

 

Se juntarmos a esta equação a questão - muito actual - do planeamento urbano sustentável e dos eventos climáticos extremos, então Izabella Teixeira tem um enorme desafio nas mãos. Um desafio que, acredito, poderá mudar profundamente o Brasil.

 

Leia também o artigo do Green Savers sobre o almoço do Ritz.


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26 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Na quinta-feira, durante o debate que tive oportunidade de moderar no ISEG, sobre Gestão da Sustentabilidade, não pude deixar concordar – quase com um sentimento de missão cumprida – com o research director da Havas Media, Rui Almeida.


Dizia o responsável, a certa altura, que existiam dois meios privilegiados para comunicar a sustentabilidade. Um deles, claro, era o digital, pela sua “lógica de diálogo com os stakeholders e facilidade em criar comunidades”.

 

Mais tarde, Neves de Carvalho, da EDP, e Paula Arriscado, da Toyota, corroboraram esta opinião, explicando sobretudo o papel das redes sociais – o primeiro – e a facilidade de chegar a um outro target – a segunda – como factores que levaram as duas marcas a investir fortemente no digital.


O digital, como sabem, é uma parte importante do Public Engagement, o que explica também o forte investimento feito pela GCI e Edelman, nos últimos anos, nesta área.

 

No início do ano, a Edelman EMEA foi mesmo nomeada a Agência Digital do Ano, em 2011, pelo Holmes Report, um prémio que reflecte esse mesmo investimento.


Aliás, como defensor da evolução das Public Relations para um novo modelo baseado no Public Engagement, Robert Phillips – que desde Janeiro é CEO da Edelman EMEA – destaca frequentemente, entre outras, a importância da tecnologia e da nova democracia digital como ponte para todas as mudanças comportamentais do nosso dia-a-dia. Um umbrella onde cabem as alterações climáticas e sustentabilidade, o bem-estar, a confiança, a transparência e a responsabilidade social. Temas que, como sabem, são o b-a-ba da visão da Edelman e GCI.

 
Dito isto, congratulo-me por, nos últimos dias, algumas consultoras terem anunciado os seus projectos digitais. São excelentes notícias para o mercado.


Acredito que, se hoje a aposta do mercado é no digital, amanhã será no Public Engagement. Como já tive oportunidade de escrever neste artigo, o Public Engagement será cada vez mais incontornável no futuro das Public Relations. Na Europa mas também em Portugal. No nosso mercado, sê-lo-á com este nome… ou com outro qualquer.


Sim, o digital é importante. Mas a promoção de interesses mútuos num mundo de interdependências e a criação de pontes de relacionamento entre stakeholders e shareholders – vulgo, Public Engagement -, no qual o digital é uma peça importante, é a maior tendência global da indústria das Public Relations. E, no Public Engagement, o digital é apenas mais uma ponte.


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23 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Na quinta-feira, no ISEG, participei num interessante debate sobre os desafios da sustentabilidade para a gestão. Como moderador do painel que juntou Rui Almeida, da Havas Media, Neves de Carvalho, da EDP, e a Paula Arriscado, da Toyota, retirei algumas notas que nos podem ajudar a perceber melhor o papel da sustentabilidadade nas estratégias empresariais de hoje.


1. As práticas de sustentabilidade têm surgido de forma reactiva, devido ao aumento do preço das licenças de CO2, escassez de recursos naturais, pressões dos ambientalistas e consumidores ou a uma legislação ambiental mais restrita, de acordo com o professor Vítor Gonçalves.

O professor admitiu ainda que a sustentabilidade é uma moda, mas não é por isso que será efémera. “A sustentabilidade veio para ficar”, frisou.

2. As empresas começaram a ter práticas relacionadas com a sustentabilidade porque se sentiram acossadas. Assim, a sustentabilidade é cada vez mais “sentida com preocupação” pelos executivos. (Vítor Gonçalves).

3. Os gestores estão a ganhar o “sentimento” de que, através da sustentabilidade, haverá uma “maior consistência no desempenho económico e financeiro” das suas empresas. (Vítor Gonçalves).

4. As empresas têm muitas responsabilidades no consumo sustentável uma vez que este pode influenciar os consumidores. (Luís Rocharte, secretário-geral do BCSD Portugal).

5. Os consumidores estão cada vez mais confusos com os atributos ecológicos de um produto. Um dos grandes desafios, por isso, é o da comunicação, um dos mais relevantes temas da sustentabilidade (Carolina Afonso, professora do ISEG e directora de marketing da Asus).

6. Outro dos grandes desafios, quando se faz o research de um produto sustentável, passa por tentar adivinhar o seu ciclo de vida (Carolina Afonso).

7. Os consumidores estão cada vez mais activos nas iniciativas de sustentabilidade, que irão continuar a partir das empresas, mas que encontrarão, agora, um cidadão cada vez mais informado e que quer participar activamente nesta mudança de mentalidades (Rui Almeida, Havas Media).

“A sustentabilidade tem de ser um diálogo, e há uma oportunidade para que os consumidores não sejam apenas espectadores”, continuou.

8. Há dois meios bem preparados para comunicar a sustentabilidade: o digital, pela lógica de diálogo com os stakeholders e facilidade em criar comunidades; e os chamados meios indirectos, “que geram confiança com o consumidor mas onde as marcas não têm capacidades de intervenção”. (Rui Almeida)

9. A sustentabilidade já não é uma opção mas uma inevitabilidade para as marcas e empresas. Um pouco como as redes sociais (Rui Almeida).

10. Dentro de 20 anos, a EDP não estará “necessariamente a fazer o mesmo que hoje” (Neves de Almeida, EDP).

11. São as empresas que estão melhor posicionadas para encontrar conceitos de sustentabilidade, trabalhando com os seus stakeholders (Neves de Almeida, EDP).

12. A Toyota está a trabalhar pela sustentabilidade “há 40 anos”, porque sabia que, mais cedo ou mais tarde, o consumidor iria pedir um carro mais amigo do ambiente. (Paula Arriscado, Toyota).

13. A mudança de mentalidades terá de passar também pela comunicação social, que ainda há três anos elogiava “a potência dos automóveis”, sobretudo nos meios do sector (Paula Arriscado, Toyota).

14. Em 2012 será lançado o primeiro 100% eléctrico da Toyota, e em 2014 o primeiro carro a hidrogénio (Paula Arriscado, Toyota).

15. Em Setembro, o ISEG terá a sua primeira pós-graduação em Gestão da Sustentabilidade. Eu próprio farei parte do corpo docente do curso, leccionando a cadeira de Comunicação e Sustentabilidade.


16.  Finalmente: o ISEG completa hoje 100 anos. Um século depois, como se pode ver pela apresentação desta pós-graduação, continua à frente do seu tempo. Parabéns.


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20 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Há dois meses, numa interessante entrevista publicada – em duas tomas – no Green Savers, Roberta Medina fez uma análise do investimento – do brutal investimento – do Rock in Rio nos projectos de desenvolvimento sustentável.


Segundo Roberta, o Rock in Rio já investiu cinco milhões de euros, nos últimos dez anos, no seu projecto social. Hoje, a marca tem outra grande batalha: reduzir as emissões de CO2, algo em que a executiva está completamente focada, apesar de tudo o que já faz para promover a sustentabilidade do evento, junto dos seus fãs e de todos os seus outros stakeholders.


O evento, que tem como lema Por Um Mundo Melhor, já compensa, desde 2006, todas as emissões de CO2 das edições brasileira, espanhola e portuguesa, tendo criado inúmeras iniciativas, tangíveis e intangíveis, para apoiar projectos ambientais e sociais.


Alguns, como o Rock in Rio Atitude Sustentável ou o Escola Solar – para falar dos portugueses –, tornaram-se ícones da marca. Outros, menos mediatizados, não deixaram de chegar a quem mais precisa de ser ajudado.


Relembro, por isso, esta história que Roberta conta na entrevista ao Green Savers: há cooperativas que aproveitam os resíduos do Rock in Rio – as lonas ou outros materiais – e que, com isso, criam objectos que depois vendem às empresas de brindes. Com isso, essas cooperativas sustentam centenas de famílias. Ora aqui está um projecto que poderia ser “reconhecido” pelo GPA.

 

Outra curiosidade: a primeira edição do Rock in Rio Lisboa está intimamente ligada ao lançamento da marca Tela Bags, hoje reconhecida em todo o País - e não só - pelos seus valores associados à sustentabilidade.


Por todas estas razões, o Rock in Rio é um parceiro natural do GPA. Sei que esta parceria será uma mais-valia para os dois projectos e que, através dela, poderemos junto lutar contra isto.


É mais um passo muito importante para o GPA. O Rock in Rio torna-se no primeiro parceiro conjunto do GPA em Portugal e Brasil, o que dá um élan especial ao lançamento do GPA Brasil e permite-nos trabalhar de forma mais integrada esta parceria.


Uma última ideia: em 2010, o RiR ampliou o seu plano de sustentabilidade, que passou a ser “trabalhado de forma mais transversal”. É também esta transversalidade que une Rock in Rio e GPA. Afinal, também os Green Project Awards procuram um mundo melhor.

 


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12 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

É absolutamente imperdível a (dupla) entrevista que o Menos Um Carro publicou ontem com Lincoln Paiva, responsável pela Green Mobility e especialista em mobilidade sustentável nas cidades.

 

Aqui a primeira parte.


Aqui a segunda.

 

Tanto Paiva como a sua Green Mobility, uma consultora especializada no desenvolvimento de mecanismos para melhorar a mobilidade sustentável das empresas e Governos, defendem que as empresas são responsáveis pelos grandes volumes de deslocações dentro das cidades, logo, são elas que têm de incentivar os seus funcionários a mudar os comportamentos.

 

"A solução para os congestionamentos deverá vir de um pacto de mobilidade urbana sustentável estabelecido com as empresas, pois elas são responsáveis pelos grandes volumes de deslocações das cidades”, explica Paiva.

 

Uma revelação, de resto, perfeitamente natural. Óbvia, até. Mas a verdade é que, pelo menos em Portugal, nunca pensámos desta forma. São as empresas que levam as pessoas a conduzirem os seus automóveis das periferias aos centros da cidade, são elas também que “obrigam” milhões de profissionais de todo o mundo, todos os dias, a almoçarem em pontos opostos da cidade, a regressarem a casa no trânsito. Faz todo o sentido, então, serem elas a resolver este problema, sobretudo porque são das principais interessadas.

 

Segundo Paiva, e referindo-se a São Paulo, 75% dos colaboradores que utilizam os automóveis nas suas deslocações diárias para o trabalho moram até cinco quilómetros de distância. Bicicleta e transporte colectivo, por exemplo, poderiam ser incentivados - pelo Governo - para levar estes colaboradores a deixar o carro em casa.

 

Em relação a São Paulo, a sua cidade, Paiva diz que a metrópole não está a aproveitar grandes eventos como o Mundial de futebol, por exemplo, para mudar a cultura de mobilidade dos seus cidadãos, ao contrário do que se passou na Alemanha, em tempos.

 

O responsável defendeu ainda que as pessoas precisam de morar mais perto do seu trabalho, evitando assim grandes deslocações. Portland, nos Estados Unidos, estará mesmo a desenvolver um novo conceito – cidades de 20 minutos – onde o cidadão tem acesso a saúde, lazer, estudo e trabalho a uma distância de não mais de 20 minutos a pé. O oposto dos em-tempo-muito-famosos-mas-cada-vez-menos-apelativos subúrbios.

 

Paiva já foi responsável por vários projectos, no Brasil, sobretudo na área dos modos suaves. “O incentivo ao transporte não motorizado deveria ser uma prioridade para o bem-estar das pessoas e desenvolvimento das cidades”, explica Paiva. Ora aí está outro conceito em mudança, o do bem-estar… Isto anda tudo ligado, de facto.

 

Finalmente, os exemplos a seguir. Munique, Freiburg ou Berlim (Alemanha), Copenhaga (Dinamarca), Amesterdão (Holanda), Barcelona e São Sebastian (Espanha), Portland, Boulder ou Washington (Estados Unidos). Ainda que seja elogiada pelo consultor, Lisboa não está entre estas escolhas. Dentro de uns anos, quem sabe, o cenário poderá ser diferente.


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11 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Em 3.576 caracteres, Carlos Carreiras explica hoje no i a história do vídeo que encerrou as Conferências do Estoril.

 

“Quarta-feira, 27: a uma semana do arranque das Conferências, um dos colaboradores da Câmara Municipal de Cascais apresenta-me um dossier com 147 páginas de investigação. Páginas impressionantes, recheadas de dados sobre a língua, o mar e a portugalidade. Naquele momento, pareceu-me óbvio fazer um vídeo sobre Portugal e sobre os portugueses”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Cascais.

 

Hoje, menos de uma semana depois de ter sido apresentado, o vídeo é um dos 25 mais comentados em todo o mundo, caminhando já para o milhão de visitas em mais de 100 países.

 

O vídeo do Estoril ficará para sempre como um excelente exemplo de como as boas ideias são as mais simples e, como bem conta Carlos Carreiras, faz-nos recordar o óbvio: o “poder da lusofonia e das redes sociais”.

 

Para quem ainda não o viu, aqui fica o vídeo do Estoril.

 


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10 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Lançado em 2010 pela Associação para o Desenvolvimento Rural da Península de Setúbal, o projecto Prove é uma rede online de produtores agrícolas locais que vende os hortícolas directamente ao consumidor.

 

O projecto – que significa Promover e Vender – foi lançado para viabilizar o negócio a agricultores com menos capacidade de entrada nos grandes mercados de revenda. Ao colocar o agricultor – que produz mas tem dificuldade em vender – a falar directamente com o consumidor, a Prove está não só a promover o emprego e desenvolvimento rural, mas também a permitir aos 900 consumidores a que o projecto chega, todas as semanas, uma alternativa.

 

Em Fevereiro, a Prove foi mesmo reconhecida como o projecto do mês para a Rede Europeia de Desenvolvimento Rural, que destacou a estratégia de cooperação permitida pelo projecto.

 

Estamos hoje tão rodeados de informação que não é difícil encontrarmos bons exemplos de projectos que fintam a crise e que, mais que não seja, conseguem injectar alguma confiança nos portugueses. O Prove é um deles, mas há mais.

 

Assim de repente, vejo bicicletas a mudar a vida a milhares de habitantes  de Rivas, na Nicarágua, um País dizimado por anos e anos de guerra civil; leio que em Ceará, no Brasil, uma empresa de energia está a promover a troca de lixo por dinheiro, um projecto lançado para acabar com o furto de electricidade por parte de algumas famílias mais carenciadas; e em Espanha, um grupo de mulheres desempregadas juntou-se para cultivar terras não aproveitadas. E poderia continuar com a lista de boas ideias que li ou vi nas últimas horas.

 

Não é fácil alhearmo-nos da nossa própria situação e pensar em empreendedorismo, inovação, estratégias win-win. Por isso, as boas ideias são tão difíceis de desenvolver e executar, e tão caras – mas precisas – à sociedade.

 

As boas ideias não só ajudam a mudar as mentalidades como resolvem problemas de negócio. E podem, muitas vezes, ser recicladas, reaproveitadas por outras indústrias ou noutras geografias.

 

Continuo, por isso, a defender a importância da partilha de informação, do conhecimento e das boas ideias, dos projectos comunitários e de inclusão  social.

 

Apesar de tudo o que se passou neste primeiro trimestre, em Portugal e não só, continuo a ver 2011 como o ano ideal para começarmos a mudar a nossa mentalidade. Sairmos da nossa zona de conforto é só o início.

 

*Artigo publicado no Imagens de Marca


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9 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

No dia em que o BES entrega o seu prémio anual de promoção à biodiversidade a dois excelentes exemplos de inovação e investigação portugueses - Bioalvo e Fertiprado -, aproveito para colocar aqui os dois spots do GPA 2011. Espero que gostem.

 

Recordo também que as inscrições para o GPA Portugal 2011 decorrem até 31 de Maio e podem ser feitas em www.greenprojectawards.pt.

 

Em breve teremos mais novidades sobre os Green Project Awards. 

 

Spot: "Giz"

 

 

Spot: "Reverse Grafitti"


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