30 de Junho de 2011
Por José Manuel Costa

No início de Maio, a Câmara Municipal de Cascais encerrou as Conferências do Estoril com um vídeo sobre Portugal e sobre os portugueses. O vídeo, recorde-se, é uma espécie de resposta – e mensagem de apelo – à Finlândia, País que ameaçava vetar o plano de ajuda financeira a Portugal.

 

Durante duas semanas, pouco mais se falou para além do vídeo que, como aqui referi, “ficará para sempre como um excelente exemplo de como as boas ideias são as mais simples”. Isto, claro, para além de realçar novamente o poder das redes sociais e da lusofonia.

 

A última semana elevou este movimento de recuperação da auto-estima dos portugueses, com o lançamento do movimento Portugal é Nobre, que apela, entre outros, à emoção de ser português, ao empreendedorismo e inclusão social.


Para ajudar a recuperar o orgulho no que Portugal tem de melhor, a Nobre convidou o realizador Marco Martins a contar uma história que demonstra a “nobreza de espírito dos portugueses”.

 

A campanha foca David Fernandes, que trocou Portugal por Moçambique para fundar a Big Hand, uma organização não governamental que promove o apadrinhamento de crianças órfãs. O movimento está também presente no Facebook, aqui, partilhando informações e estórias – antigas e actuais –, e pedindo aos fãs para fazerem o mesmo. Assim, funciona como ponte para a descoberta de outros projecto que precisam de ser descobertos, sendo uma plataforma de inclusão social


Com o lançamento do Green Savers e de O Meu Bem Estar, no ano passado, a GCI procurou não só agregar todos os projectos relacionados com a sustentabilidade, bem-estar e o desenvolvimento sustentável, mas também garantir que todos os projectos relevantes, qualquer que seja o seu tamanho ou número de pessoas envolvidas, chegassem a todos os seu stakeholders.

 

Se o Green Savers e o O Meu Bem Estar são pontos de encontro de comunidades específicas, que pretendem contribuir para a mudança de mentalidades, também o movimento Portugal é Nobre está no bom caminho para ajudar na luta contra um dos maiores flagelos portugueses: a nossa baixa auto-estima. E fá-lo da única maneira possível: através de uma estratégia de envolvimento colectivo, conhecimento e partilha de informação de projectos portugueses.

 


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24 de Junho de 2011
Por José Manuel Costa

Há duas semanas, durante uma das suas inúmeras viagens a países emergentes globais, Richard Edelman foi entrevistado pelo Indian Express.

 

Numa entrevista muito exigente, o presidente e CEO da Edelman demonstrou a sua habitual eloquência e transparência e abordou o presente das PR, os desafios da indústria nos países emergentes – como a Índia –, e explicou ainda o ADN Edelman no que toca à ética, projectos de propriedade intelectual e escolha e avaliação por parte dos clientes, entre outros.


Podem ler a entrevista neste link.

 

Algumas das ideias de Richard Edelman:

 

1. “A indústria das PR tem sido catalogada como ou demasiado inteligente (a palavra que Richard utilizou foi 'clever'), ou nada inteligente. Acho que a verdade se encontra no meio, não somos nenhuma destas hipóteses. O meu pai fundou a nossa empresa há 59 anos. Ele diz que a melhor PR é baseada na realidade.”

 

2. “Estamos no negócio da informação ou do spin? Acho que as pessoas de PR político poderão estar no negócio do spin, mas todos nós que lidamos com empresas todos os dias estamos no negócio da informação. E o nosso objectivo é dar-vos tanta informação quanto podemos, e vocês fazem o julgamento. São vocês os jornalistas, são vocês que escrevem as histórias. Não podemos fingir que somos mais do que intermediários e líderes da transparência.”

 

3. “Não acho que sejamos como os advogados. Não acho que devemos aceitar todos os clientes e, aliás, não o fazemos. Não aceitamos trabalhar alguns países, não aceitamos trabalhar algumas empresas, avaliamos se vale a pena representar este ou aquele cliente. Na verdade, quando representamos um cliente e não concordamos com ele, deixamos de o fazer.”

 

4. “Temos de admitir e aceitar que colocamos algumas das nossas relações em jogo em nome dos nossos clientes. Somos a ponte para certos grupos de stakeholders. Trabalhamos muito de perto com algumas ONG, media e alguns grupos comunitários. E por isso, quando vou ter com o jornalista e lhe proponho uma história, assumo que tenho uma relação com ele e que esse mesmo jornalista vai perguntar: 'Será que vai valer a pena gastar o meu tempo com isto?'.”

 

5. “Acho que o sector das ONG nos considera um intermediário sério e confiável. Confia em nós para funcionarmos como ponte para o nosso cliente, e levar o cliente a fazer o seu trabalho de forma mais correcta.”

 

6. [Sobre a contratação de jornalistas para a indústria de PR] “Os jornalistas estão habituados a fazer perguntas difícil. E isso é bom. Os consultores de PR têm de aprender a fazer perguntas difíceis. (…) Acho que os jornalistas que vêm para o lado das PR podem ser muito valiosos porque têm um sentido noticioso sobre o que dizer e como o dizer. Mas quero ser claro, não quero que as PR digam que são substitutos dos media. Nós não somos objectivos. Por isso é que eu posso contar com os antigos jornalistas para me dizerem: 'Isto não está suficientemente objectivo. Não vai vender. Ninguém irá acreditar nisso'.”


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9 de Junho de 2011
Por José Manuel Costa

Lipor e Fundação EDP foram as estrelas da sessão de apresentação dos European Business Awards for the Environment – Prémio de Inovação para a Sustentabilidade (EBAEpis), que anteontem decorreu no Museu da Electricidade, em Lisboa.


Mas primeiro, os prémios em si: destaque para uma nova categoria a concurso – Empresa para a Biodiversidade – um prémio para o qual os candidatos concorrem automaticamente, sendo comum a todos os participantes; e para o reforço da categoria Cooperação Internacional de Negócio, que terá como destinatários os projectos comuns a uma entidade privada portuguesa e uma entidade privada, pública, uma ONG ou academia de um País em vias de desenvolvimento – ou com uma economia em transição.


Em relação aos prémios (como concorrer, destinatários e outras dúvidas) podem consultar o site da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ou ler esta notícia do Green Savers.


Recordo ainda que os EBAE uma são iniciativa da Comissão Europeia. Em Portugal, a organização cabe à APA, em colaboração com o Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais, Direcção-Geral das Actividades Económicas, BCSD Portugal e GCI.


Mas, como dizia, a manhã de ontem ficou marcada pelas excelentes apresentações de Fernando Leite, o administrador-delegado da Lipor e Jorge Mayer, gestor do programa de voluntariado da Fundação EDP e um dos responsáveis pelo projecto de inclusão social e eficiência energética que a EDP levou ao campo de refugiados de Kakuma, no Quénia.


Sobre o projecto Rumo à Sustentabilidade, desenvolvido pela Lipor, basta-me dizer que ele foi distinguido na primeira edição dos EBAEpis, na categoria de Gestão. É um projecto muito abrangente, em permanente evolução e que mobilizou – e ainda mobiliza - toda uma empresa e outros stakeholders para uma mesma estratégia que tem como pano de fundo o desenvolvimento sustentável.


Em relação ao projecto Kakuma, que levou a sustentabilidade à comunidade de refugiados do campo homónimo - mas também a outras aldeias do Quénia -, há várias ideias que gostaria de deixar aqui para análise.


1. O programa foi implementado entre Janeiro e Outubro de 2010 e centrou-se em 10 projectos fundamentais, que testaram soluções para melhorar o acesso a energia, iluminação e água. Tudo isto, sempre que possível, fomentado o empreendedorismo.


2. Um dos grandes objectivos foi utilizar, sempre que possível, recursos locais. Para além das questões sustentáveis óbvias, a EDP pretendeu, desta forma, envolver parceiros locais nos seus projectos.


3. Outra das grandes preocupações da EDP foi deixar o know-how junto da comunidade, por razões de manutenção das soluções mas também, no futuro, para a sua expansão para outras infra-estruturas e edifícios.


4. Um dos grandes problemas de Kakuma é o abastecimento de água. Durante os meses de implementação do seu projecto de sustentabilidade, a EDP dedicou dois projectos à água: a instalação de painéis solares para o abastecimento de água e a distribuição de equipamento que utiliza o calor do sol para purificar este recurso básico.


5. As soluções de iluminação foram as mais trabalhadas pela equipa da EDP. Foram distribuídas lâmpadas mais eficientes, instalados 31 postes de iluminação pública e, não menos importante, distribuídas 4.500 lanternas para os alunos das escolas estudarem durante a noite. Estas lanternas podem ser carregadas durante o dia e pagam uma  “renda” de 20 cêntimos por mês, considerada ajustada à realidade de Kakuma. Há ainda um depósito, feito na altura da recolha do equipamento, para evitar a sua venda no mercado negro.


6. Outra das principais dificuldades encontradas pela EDP prendeu-se com o cozinhar. A desflorestação em Kakuma atinge já um raio de 50 kms, sendo que, muitas vezes, é necessário percorrer 100 kms para encontrar lenha para cozinhar. A EDP recorreu, então, aos fornos solares, uma tecnologia que a comunidade de Kakuma já conhecia mas não era fã, pela sua pouca eficiência. Depois de uma pesquisa que envolveu a distribuição de fornos solares altamente eficientes – mas também altamente caros – a EDP está agora a desenvolver um novo tipo de forno solar, mais eficiente e a um preço acessível.


7. Foram desenvolvidos também projectos agro-florestais, tendo a população sido incentivada a plantar hortas caseiras. Foi cedida uma bomba solar para tirar água de um poço que abastece cerca de 100 famílias.


8. Finalmente, foram iniciados vários projectos de empreendedorismo, para garantir a extensão do projecto para além da estadia da EDP no terreno: passagem de know how entre cidadãos, mudança de fornecimento energético dos edifícios para meios renováveis ou potenciar os recursos locais junto dos residentes, incentivando-os a criarem os seus próprios empregos e actividades laborais. 


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6 de Junho de 2011
Por José Manuel Costa

No início de 2010, expliquei aqui que a GCI iria continua a trilhar os caminhos da liderança e diversidade, reforçando o investimento em inovação e continuando a fazer evoluir as PR para o seu novo paradigma: chegar ao palco principal, participar nos processos de liderança corporativa e estar na génese – mas também no desenvolvimento – da estratégia, possibilitando ao marketing e comunicação um impacto real na estratégia de liderança.

 

Um ano e meio depois, não poderia estar mais satisfeito por termos seguido este caminho. A GCI está hoje na liderança - ou melhor, continua - e reforçou o seu papel no mercado.

 

Apresentámos – e ainda apresentamos –, em Portugal, o conceito de Public Engagement, uma estratégia que, acreditamos, é o futuro das PR. Reforçámos a nossa oferta em áreas como a saúde, consumo, sustentabilidade, CSR, social media e digital, corporate, intelligence, research. E, não menos importante: temos contado com a vontade e empenho dos nossos clientes para desenvolver os primeiros projectos e estratégias de Public Engagement no mercado português.

 

Os últimos dias mostraram-nos, através da Exame e Diário Económico, a realidade do sector. Como tive oportunidade de referir, trata-se de um sector extremamente competitivo, exigente e onde é necessário estar permanentemente a fazer evoluir estratégias e metodologias de trabalho. Por vezes, porém, tem falta de criatividade, curiosidade, competência e inovação.

 

Pude também ver – e reforçar – que a GCI tem um traço bem distinto no mercado. Apostamos na inovação em Public Relations, de que é exemplo o Public Engagement.

 

A GCI acredita que a promoção de interesses mútuos num mundo de interdependências e a criação de pontes de relacionamento entre stakeholders e shareholders, vulgo, Public Engagement, irá marcar a actual década da comunicação. Sei que o sector das PR está hoje melhor preparado para um futuro que coloca a confiança e credibilidade no centro da organização e inovação, e aí a margem para crescer – porque todos queremos crescer – é enorme.

 

É esse o nosso grande desafio: desenvolver estratégias de Public Engagement para todos os nossos actuais e futuros clientes, estabelecendo um conjunto de acções e comportamentos para as empresas se relacionarem com uma rede alargada de consumidores e organizações, comunidades e Governos, e criando pontes entre o sector público e privado, sociedade civil e a comunidade.

 

Outro dos nossos grandes objectivos tem como pano de fundo a língua portuguesa. Já estamos a construir pontes entre o chamado triângulo Portugal, Angola e Brasil, contando para tal com a Uanda, o nosso braço angolano, e a rede Edelman, a principal consultora independente de Public Relations no mundo.

 

Para além dos projectos que estamos a trabalhar em Angola, destaco o lançamento do nosso grande projecto de sustentabilidade – os Green Project Awards – no Brasil, no segundo semestre do ano.

 

Projectos como o EBAEpis – cuja segunda edição apresentamos amanhã – os Nutrition Awards, mas também o investimento que temos feito em estudos como o Edelman Trust Barometer, Good Purpose ou nos agregadores Green Savers e O Meu Bem Estar são exemplos da matriz multistakeholder com que encaramos o futuro das PR. E, sem dúvidas houvesse, a certeza que vamos continuar a colocar a inovação em Public Relations no centro de toda a estratégia da GCI.

 


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3 de Junho de 2011
Por José Manuel Costa

Há dois anos, a GCI ajudou a trazer para Portugal o mais importante prémio europeu na área da inovação para o desenvolvimento sustentável, o EBAE (European Business Awards for the Environment), um projecto lançado em 1990 e que, no nosso País, ganhou a designação de Prémio de Inovação para a Sustentabilidade.

 

Na GCI, o EBAEpis surgiu como uma extensão dos Green Project Awards (GPA), tendo a primeira edição excedido todas as nossas expectativas.

 

Conhecendo o potencial português na área da inovação, desenvolvimento sustentável e responsabilidade social e ambiental, e da aposta das empresas portuguesas nas tecnologias e estratégias sustentáveis, sei que o EBAEpis será, para estas, uma plataforma que as ajudará não só a promoverem os seus projectos neste campo, sendo distinguidas internacionalmente, mas também a fazerem o respectivo benchmark com o que de melhor de faz na UE a 27.

 

Continuo a acreditar que estamos em boas condições para lutar com projectos de outros Estados-membros da UE. Temos, em Portugal, estratégias inovadoras que podem dar um contributo superior para o desenvolvimento sustentável.

 

A segunda edição portuguesa do EBAEpis será apresentada já na terça-feira, 7 de Junho, no Museu da Electricidade, a partir da 9h30. Nesta ceriomónia destaco duas apresentações: a de Fernando Leite, administrador-delegado da Lipor e vencedor, no ano passado, na categoria de gestão, com o projecto “Rumo à Sustentabilidade”; e a de Jorge Mayer, gestor do programa de voluntariado da EDP, que apresentará o projecto Kakuma, da Fundação EDP. Será também na terça-feira que serão explicados todos os detalhes para os interessados no EBAEpis.

 

O EBAEpis é organizado, em Portugal, pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), em colaboração com o Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais, Direcção-Geral das Actividades Económicas, BCSD Portugal e GCI.

 

Confirmadas na apresentação estão as presenças de Mário Grácio, director-geral da APA, Alexandra Ferreira de Carvalho, directora do Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais, director-geral das Actividades Económicas, Mário Lobo e Luís Rocharte, secretário-geral do BCSD Portugal.

 

O EBAEpis é mais um contributo da GCI para termos, em Portugal, empresas mais sustentáveis, ajudando a reforçar a GCI como líder na área da sustentabilidade. Mas, sobretudo, uma grande oportunidade para empresas e outras entidades mostrarem o seu investimento em inovação para a sustentabilidade. A outros mercados e stakeholders.


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2 de Junho de 2011
Por José Manuel Costa

As consultoras de PR andam loucas pelo mercado brasileiro, explica hoje o PR Week. “As principais consultoras de PR estão a olhar para o Brasil como a nova grande oportunidade de investimento, à medida que novos números revelam que o País está a liderar o crescimento na indústria de PR”, pode ler-se neste artigo.

 

De acordo com a PR Week, que cita um relatório da International Communications Consultancy Organisation, o mercado brasileiro de PR cresceu 23% em 2010, em relação a 2009.

 

Jogos Olímpicos e Mundial de Futebol são dois dos responsáveis desta corrida para terras brasileiras. Vero Communications ou a Chime, de Lord Bell, são algumas das consultoras que já estão a investir no Brasil.

 

“O Brasil tem um potencial gigantesco no actual momento dos negócios. Se é o melhor local para as consultoras de PR, não sei”, explicou Lord Bell, enquanto Mike Lee, chairman da Vero, disse que a presença brasileira no palco mundial é “maior que nunca”. Os dois abordaram, sobretudo, o potencial destes dois eventos desportivos.

 

Lord Bell tem uma ‘tirada’ curiosa no que toca a este mercado, afirmando que a “barreira da linguagem é um desafio gigantesco” no Brasil. A partilha da mesma língua e cultura é, já o tenho referido várias vezes aqui – e não sou o único, claro – um dos nossos trunfos no Brasil ou Angola, no chamado triângulo de influências, abrangências e interesses em língua portuguesa.

 

Explica ainda o artigo que a Abracom, Associação Brasileira das Agências de Comunicação, tem 345 consultoras registadas. Por outro lado, estima-se que existam 1.100 consultoras de comunicação no País. Ainda de acordo com a ICCO, o crescimento do mercado brasileiro de PR deveu-se à procura por serviços de social media, comunicação interna, programas de gestão de crise e pela contínua globalização da economia brasileira.

 

Michael Burrell, vice-presidente da Edelman Europa, também citado pela PR Week, foi mais abrangente na caracterização do mercado brasileiro, afirmando que existem várias “oportunidades fora da área do desporto”.

 

“Na perspectiva da Edelman, o Brasil é uma grande prioridade para nós. Uma das áreas em que estamos muito interessados é a de Public Affairs”, revelou Burrell.

 

“Como outras consultoras, estamos a ter um forte crescimento no mercado brasileiro e fizemos aquisições para fortalecer a nossa posição”, continuou Burrell, que considerou o mercado brasileiro uma enorme e significativa "oportunidade".

 

Na minha opinião, há uma outra área que, não tendo sido referida no artigo, está em plena expansão no Brasil – e a GCI está atenta. Falo, claro, na sustentabilidade, como ainda na semana passada pude comprovar pessoalmente.

 

Recordo, pois, as palavras da ministra do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, que realçou a importância do sector privado na gestão e inovação ambiental e promoção da sustentabilidade e, sobretudo, a dimensão social associada ao ambiente, biodiversidade e alterações climáticas.

 

Por isso, as expectativas em relação à primeira edição dos Green Project Awards Brasil, um dos mais marcantes projectos da GCI, este ano, no Brasil, são altíssimas. E o anúncio do nosso primeiro parceiro comum ao GPA Portugal e Brasil, o Rock in Rio, apenas contribuiu para trabalhar de forma mais integrada – em língua portuguesa – este projecto.

 

Acredito que a estratégia de Edelman será a mais realista para o mercado brasileiro, porque será a única que tem uma visão de médio e longo prazo mas, também, porque é a mais abrangente e culturalmente relevante. Mas eu, como presidente da GCI, afiliada da Edelman em Portugal, não serei a pessoa mais imparcial para o dizer.


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