25 de Janeiro de 2012
Por José Manuel Costa

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, anunciou ontem o lançamento de um prémio de inovação em memória de Diogo Vasconcelos, com periodicidade anual e o objectivo de formar novos empreendedores.


Na cerimónia de apresentação (não oficial) do prémio, Durão Barroso recordou o tempo que trabalhou com Diogo Vasconcelos e descreveu-o como “uma das mais brilhantes mentes da sua geração”.

 

Nesta Europa fragilizada, parece que há cada vez menos tempo para discutir a solidariedade, a inovação social. Mesmo temas como as alterações climáticas, inclusão social e empreendedorismo têm ficado para trás no debate europeu. Foram completamente engolidos pela crise do Euro.


“O Diogo era uma pessoa com uma energia e carisma fora do normal. Pensava à frente do seu tempo, desenvolvendo e conectando ideias e relacionando-se com pessoas novas, sempre com um objectivo em mente, um futuro melhor para todos. Empenhava-se com grande paixão e promovia novas formas de combater desafios como as alterações climáticas, o desemprego ou o envelhecimento da população”, explicou Durão Barroso.


Espero que este prémio ajude a repensar algumas das prioridades europeias e dê um novo alento aos jovens empreendedores europeus. Para que outro visionário ajude a completar o trabalho e a missão do Diogo.


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19 de Janeiro de 2012
Por José Manuel Costa

Segundo um estudo da Universidade do Massachusetts, 62% das empresas que pertencem à Fortune 500 têm uma conta de Twitter actualizadas; 58% já tem uma página no Facebook e 23% publicaram, no último ano, um conteúdo no seu blog.

 

Estes números levaram o PR Daily a voltar a uma questão que já abordei, por diversas vezes, neste blog: quem deve liderar a presença das empresas nas redes sociais?

 

Na verdade, o título do artigo de Andrew Cross responde a esta pergunta. E dá quatro razões para sermos nós, o PR, a trabalharmos estes projectos. Aqui ficam os argumentos.

 

1. As equipas de PR estão melhor preparadas para responderem aos pedidos dos media.

 

Quando um jornalista chega a uma marca através das redes sociais, são os consultores de comunicação que melhor podem responder – de forma rápida – a estes pedidos. Por óbvias razões.

 

2. As PR entendem as mensagens de uma determinada organização.

 

As PR conhecem as mensagens de uma determinada marca e organização, o seu estilo de comunicar. Nas redes sociais, as marcas falam normalmente com uma voz muito particular, e as PR estão – claramente – melhor preparadas para garantir a uniformidade do discurso. Quer nas redes sociais como na relação entre as redes sociais e outros canais de comunicação.

 

3. A equipa de PR é especialista em gestão da reputação.

 

Se não nos faltam exemplos dos perigos que as redes sociais podem representar para as marcas, não é menos verdade que as PR estão, também aqui, melhor preparadas para responderem a estes desafios.

 

As PR podem servir de ponte para reencaminhar as perguntas dos clientes para outros departamentos – vendas ou serviço ao cliente -, e conhecem melhor as várias audiências de uma organização, os consumidores e clientes, os parceiros, media ou outros stakeholders. Simples.

 

4. A estratégia de PR é anterior à estratégia de social media.

 

Muito interessante, este último argumento do PR Daily. Na verdade, se a estratégia de PR “dita”, em parte, a própria estratégia de social media, porque razão deveremos colocar a gestão das redes sociais fora das PR?


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11 de Janeiro de 2012
Por José Manuel Costa
No primeiro trimestre de 2011, a GCI decidiu autonomizar a área de eventos na Concept Events, uma unidade de negócio liderada por Gaspar Borges – na GCI há vários anos – e que nos permite uma outra elasticidade na procura de projectos que não são trabalhados, hoje, pela rede GCI.

Será a Concept Events que, cada vez mais, abarcará os projectos de eventos e activação, apesar de a GCI continuar com o seu serviço de gestão de produção.

Os primeiros meses da Concept foram muito prometedores e culminaram, no final de Novembro, com a organização do Eurobest, histórico festival de criatividade e publicidade – a Concept ficou responsável pela gestão do festival, cerimónia de entrega de prémios e a festa de encerramento.

Numa altura em que o mercado valoriza, cada vez mais, a evolução das estratégias e metodologias de trabalho, a curiosidade, inovação e criatividade, também os eventos estão em permanente mudança.

Por isso, a Concept Events vai começar 2012 com a aposta em duas áreas fundamentais para este tipo de projectos – a produção e a criatividade – tendo sempre como pano de fundo a sua experiência e integração no universo GCI, uma verdadeira mais-valia.

O core business da GCI não é a área de eventos, mas sim a consultoria de comunicação e Public Engagement. A autonomização dá à Concept uma maior liberdade para ser mais criativa e procurar clientes que não trabalham, no dia-a-dia, com a GCI.

O Meios&Publicidade publicou um pequeno artigo sobre a Concept em Dezembro. Podem lê-lo aqui.

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6 de Janeiro de 2012
Por José Manuel Costa

*Artigo publicado no Imagens de Marca

 

Nos últimos dois anos, muitos governantes e empresários – nos quais me incluo – têm defendido a criação do chamado triângulo Portugal, Brasil, Angola, uma ponte estratégica que une três continentes em diferentes fases do desenvolvimento.

 

Muitas destas estratégias, infelizmente, não passaram de intenções. Outras, porém, são já uma realidade e uma montra efectiva para as empresas portuguesas.


Uma delas é o Green Project Awards (GPA) Brasil, cuja primeira edição foi apresentada na última quinta-feira, no Rio de Janeiro, pela GCI e pelo Instituto Nacional de Tecnologia do Brasil. O GPA, recorde-se, foi lançado em 2008 em Portugal, pela GCI, APA e Quercus.

 

Nos próximos quatro anos, o Brasil será o palco de um Mundial de futebol e Jogos Olímpicos, dois eventos que vão mudar a face das principais cidades brasileiras, sobretudo do Rio de Janeiro, e estão a ser utilizados como eixos fundamentais da revolução sustentável do País.

 

Nos últimos meses, nas minhas constantes viagens ao Rio de Janeiro e São Paulo, dei-me conta da paixão brasileira pelos temas relacionados com o desenvolvimento sustentável. Isto, é certo, apesar de o País se encontrar numa etapa diferente da sustentabilidade, em relação, por exemplo, a Portugal.

 

O activista ambiental – e político – Carlos Minc disse mesmo há uns meses que o Brasil estava 15 anos atrasado, em relação a Portugal, em áreas como o saneamento e os resíduos, tendo mesmo garantido que a experiência das empresas portuguesas nestes campos poderá ser essencial neste rápido desenvolvimento.

 

Por todos estes motivos, o GPA Brasil vai ter um importante papel na discussão sobre o desenvolvimento sustentável brasileiro, assumindo-se – ao contrário da edição portuguesa – como um movimento.

 

O GPA Brasil vai ajudar Portugal – e as empresas portuguesas – a exportar conhecimento e projectos para o mercado brasileiro, vai fazer a ponte entre os dois países. E vai colocar Portugal na rota do desenvolvimento sustentável do Brasil, na rota do Mundial de futebol, dos Jogos Olímpicos, do importante Rio+20, e da revolução ligada às cidades sustentáveis.

 

O projecto conta com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Ministério do Meio Ambiente brasileiros, o que prova o entusiasmo – que eu próprio presenciei in loco – dos decisores brasileiros neste movimento.

 

Por experiência própria, sei que a envolvência destes stakeholders é essencial para a mudança de mentalidades. E para ajudar a tornar este sonho – a internacionalização do GPA – cada vez mais uma realidade.


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2 de Janeiro de 2012
Por José Manuel Costa

Depois de 2012, nada será com dantes no mercado das Public Relations.

 

As media relations serão insuficientes para o actual modelo económico.

 

O mercado terá de criar valor, e não destruir valor.

 

Sobreviver pelo preço não é a solução. A sobrevivência e sustentabilidade terão de ser alcançadas pela qualidade de serviço e competência.

 

Acredito que o mercado, se se unir, sairá vitorioso desta crise. E de 2012.


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