22 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

Admito que tinha expectativas bastante altas para o segundo debate do ciclo “15 Anos: Rewind & Forward”, realizado na passada Quarta-feira no Café Concerto do Cinema São Jorge. Tal estado de espírito devia-se sobretudo a três razões:

 
1. O sucesso do primeiro debate dedicado à “Era da Informação”, realizado no passado dia 6 de Maio, fazia antever mais um encontro de grande qualidade na discussão de ideias.
 
2. O tema deste último debate, “Social Egangement: Emoção & Tecnologia”, é bastante actual e, confesso, muito do meu agrado.
 
3. A qualidade do painel de oradores, que a partir da sua diversidade deram um tom bastante eclético à sessão.
 
Efectivamente, todos estes ingredientes proporcionaram um debate muito interessante, no qual Diogo Vasconcelos (presidente da APDC e Distinguished Fellow da Cisco), Tiago Forjaz (Partner da Jason Associates e fundador do Star Tracker), Mafalda Moniz (Directora do Centro Social do Bairro 6 de Maio), Ana Cláudia Valente (Investigadora em Ciências Sociais), Hans-Erhard Reiter (Presidente Executivo da Ericsson Portugal), e Raul De Orofino (Actor, Autor, Encenador e Formador) participaram de forma muito dinâmica.
 
E porque o tema era precisamente a relação entre o virtual e o real, entre a emoção e a tecnologia, Mafalda Moniz, o Hans-Erhard Reiter e a Ana Cláudia Valente trouxeram ao público as suas experiências “reais”.
 
O trabalho que a Mafalda Moniz faz no Bairro 6 de Maio ou aquele que Hans-Erhard Reitar desempenha na Ericsson são realidades diferentes do mesmo mundo, como este último, aliás, acabou por reconhecer. Já Ana Cláudia Valente deu uma perspectiva mais global da realidade do ensino em Portugal.
 
Tiago Forjaz, que fez a apresentação mais emocionada da manhã, falou da sua experiência enquanto gestor de talento. Os projectos como o Star Tracking ou o Star Tracker são exemplos de redes sociais que visam enaltecer o talento nacional por todo o mundo.
 
E porque não é só de tecnologia que a sociedade vive, Raul De Orofino salientou a importância da componente humana e do humor no seio das organizações, sejam elas empresas, associações ou redes sociais.
 
Tecnologia essa que na opinião de Diogo Vasconcelos poderá ser utilizada no bem estar das sociedades. Por isso, o presidente da APDC apresentou vários projectos nos quais a componente tecnológica está a ser trabalhada de forma específica e integrada para solucionar problemas concretos das populações.
 
Por último, não poderia deixar de referir o dinamismo que o Carlos Liz, da APEME, imprimiu na moderação do debate, com observações sempre pertinentes e várias interpelações acutilantes aos oradores.
 

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