1 de Outubro de 2009
Por José Manuel Costa

 

Há dias lembrei-me da excelente apresentação de Jorge Portugal na conferência “Os desafios da sustentabilidade”, uma das quatro que organizámos sobre os 15 anos do Grupo GCI – e que, aliás, mencionei aqui. O consultor falou de ética, inovação e sustentabilidade e, citando o IBE (Institute of Business Ethics), referiu que as empresas com práticas éticas são, em média, 18% mais rentáveis que as outras.

 

Mas, para mim, a ética não tem preço. E, sobretudo nos dias que correm, a falta de ética é escrutinada, por todos, em tempo real e em versão multiplataforma (para escolher uma palavra tão grata dos gestores de media).

 

Por isso, e mais do que nunca, as consultoras de relações públicas devem ser o braço direito dos seus clientes. Em todas as horas de todos os dias.

 

Há dois conceitos que estão intimamente relacionados com a ética: o da confiança e o da responsabilidade social. E destes sabemos nós, consultoras.

 

Dois exemplos: na semana passada, a Delta e a SIC Esperança lançaram um projecto, criado e desenvolvido pelo Grupo GCI, onde o voluntariado e a responsabilidade social estão presentes. Mas o Tempo Para Dar é mais que um projecto de responsabilidade social – é um conceito de voluntariado que permite à Delta devolver um pouco do que a sociedade lhe deu. E envolve empresas e consumidores, unindo-os num objectivo comum.

 

Atenção que as acções de responsabilidade social, sozinhas, não representam uma cultura de ética. Elas são uma extensão da ética corporativa – e não a sua substituta – por isso têm que ser pensadas e trabalhadas mediante um plano estratégico a médio e longo prazo.

 

Sobre o tema da confiança, remeto para o Edelman Trust Barometer, que este ano, como o Grupo GCI anunciou em devido tempo, já contará com a realidade portuguesa. (um trabalho de campo realizado pela APEME que será coordenado, via Grupo GCI, com a Edelman).

 

Depois da recente baixa nos níveis de confiança – que já mostra sinais mais positivos no Midyear Trust Barometer – é também na responsabilidade social que as empresas podem apostar. A ética andará de mãos dadas com as duas.
 


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