3 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

É impossível folhear um jornal ou revista, nos dias que correm, sem passar por artigos relacionados com a Cimeira de Copenhaga (tirando, provavelmente, os desportivos, é certo).

 

Sendo um tema transversal à quase totalidade dos meios de comunicação, não deixa de ser interessante perceber que, na contagem decrescente para Copenhaga, os jornais económicos estão a liderar a cobertura diária ao assunto.

 

O que demonstra bem o que está em jogo, em Dezembro, não só para a sustentabilidade social e ambiental mas também para a económica.

 

Apesar de ser um lugar-comum afirmar-se que este acordo é fundamental para a sustentabilidade e até para a própria existência do planeta, tal como o conhecemos, nas próximas décadas, não posso deixar de partilhar esta ideia.

 

Como presidente do Grupo GCI, sinto que fiz a minha parte para promover a discussão sobre as alterações climáticas e sustentabilidade em Portugal. Este ano, para além dos projectos que temos vindo a desenvolver para os nossos clientes, fomos responsáveis pela co-organização do Green Project Awards e Green Festival.

 

Mais recentemente, tornámo-nos parceiros do EBAEpis, ou seja, os European Business Awards for the Environment – Prémio de Inovação para a Sustentabilidade. 

 

As consultoras de RP têm, a meu ver, uma dupla função na abordagem a este assunto. Em primeiro lugar, devem apresentar ideias para introduzir políticas de sustentabilidade nas acções que desenvolvem para os seus clientes; e, em segundo, utilizar a sua influência junto de uma esfera muito abrangente de stakeholders para alertar para a necessidade de mudar mentalidades.

 

É que, como explicaram muitos dos especialistas em alterações climáticas que convidámos, ao longo do ano, para conferências e seminários, não há plano B. Ou se chega a um consenso em Copenhaga ou não há mais nada a fazer.

 

Como explicou Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, em Setembro à Newsweek: “Se perdermos a oportunidade de proteger o nosso planeta, não haverá segunda hipótese no futuro; não será possível voltar atrás e refazer os estragos catastróficos para o ambiente”. 


 


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