20 de Novembro de 2009
Por José Manuel Costa

Estaremos nós, líderes da indústria das Relações Públicas, a aconselhar os nossos clientes por convicção ou por conveniência? Temos a responsabilidade de liderar ou deveremos servir como colaboradores numa cultura de conformismo? Embora haja quem, inevitavelmente, queira monetizar este momento de responsabilidade, deveremos, em vez disso, transformá-lo e modelá-lo para o futuro, estabelecendo [novas] regras pelo caminho?
 
Estas três (pertinentes) perguntas foram colocadas, num artigo de opinião, pelo CEO da Edelman UK, Robert Philips, na última edição do PR Week. Philips lembra dois dos principais relatórios anuais da Edelman – o Good Purpose e o Trust Barometer – para justificar qual o caminho.

 

“[Estes estudos] reforçam a proeminência da sociedade dos stakeholders e a centralidade da “mutual social responsability” para o negócio”, afirma o executivo no artigo.
 
É também esta a visão do Grupo GCI. Como diz Philips, as Relações Públicas têm que fazer evoluir o seu próprio conceito, fazer verdadeira consultoria de gestão, aconselhamento em áreas como a sustentabilidade ou a ecologia, trabalhar projectos sociais e económicos. E esta é a altura certa para o fazer.

 

Voltando ao Good Purpose e ao Edelman Trust Barometer, um dos grandes desafios das agências de relações públicas será esse mesmo, o de liderar. Através de acções que envolvam os vários stakeholders das empresas, através de conceitos inovadores e de acções de responsabilidade social ou ambiental.
 
O último Good Purpose explica que 77% dos britânicos está disposto a mudar os seus hábitos de consumo se isso tornar o mundo um lugar melhor. E se 55% espera que as marcas patrocinem boas causas, 59% diz que, hoje, não basta às empresas simplesmente gastar dinheiro – elas têm que integrar boas causas no seu negócio do dia-a-dia.

 

Nas últimas semanas, o Grupo GCI lançou quatro projectos que vão certamente atingir estes objectivos. A Missão Sorriso, o Tempo para Dar, a Aldeia da Paz e a Fábrica dos Sonhos estão aí para provar que as agências de Relações Públicas são mais do que meras consultoras de comunicação.

 

São, como diria Richard Edelman, percursoras do conceito de private-sector diplomacy: conjunto de acções e comportamentos que as empresas utilizam para se relacionar com uma rede alargada de consumidores e organizações, comunidades e governos.
 


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