2 de Março de 2010
Por José Manuel Costa

Amanhã, pelas 17h30, estarei na Culturgest para a entrega dos European Business Awards for the Environment – Prémio de Inovação para a Sustentabilidade.

 

O EBAEpis é um importante prémio europeu que vai distinguir, reconhecer e promover – pela primeira vez em Portugal, é relevante referir – projectos inovadores de empresas que dão um contributo palpável para o desenvolvimento sustentável.

 

O EBAE chegou a Portugal pelas mãos da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) – nossa parceira, por exemplo, na organização dos Green Project Awards, juntamente com a Quercus – pela Direcção-Geral das Actividades Económicas e pelo Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relação Internacionais – em colaboração connosco, Grupo GCI, e com o BCSD Portugal.

 

Na cerimónia de amanhã vamos conhecer os representantes portugueses na importante iniciativa da União Europeia – realiza-se desde 1990 e distingue projectos de gestão, produtos, processos e cooperação internacional.

 

Deste prémio destaco duas vertentes. Em primeiro lugar, a possibilidade dos projectos premiados serem avaliados – e benchmarkizados –  ao nível europeu – um incentivo sempre importante para as empresas que apresentam a sua candidatura.

 

Em segundo lugar, os critérios de avaliação, que misturam o contributo para o desenvolvimento sustentável, o contributo da entidade e negócio (forte desempenho financeiro, excelência ambiental e responsabilidade social) e os projectos em si, que têm de trazer melhorias nas áreas do efeito de estufa e alterações climáticas, qualidade do ar, saúde e ambiente, protecção civil, resíduos sólidos, degradação do solo, zonas costeiras e marinhas e biodiversidade.

 

De resto, a cerimónia contará com a presença da Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território, Dulce Pássaro, do Director-Geral das Actividades Económicas, Mário Lobo, e do Director-Geral da Agência Portuguesa do Ambiente, António Gonçalves Henriques.

 

Nesta nova fase de ênfase global na sustentabilidade, convém não esquecer que o desenvolvimento sustentável pode, deve e tem de significar, para as empresas, negócio. A sustentabilidade tem de ser, também, financeira. Só assim, de resto, faz sentido na estratégia de médio e longo prazo de qualquer empresa.

 

Amanhã ao final da tarde saberemos quais os projectos portugueses que serão apresentados por toda a Europa. Se não puder estar presente na Culturgest, pode, em alternativa, seguir a cerimónia, em directo, no Twitter do Grupo GCI. Para nos seguir clique neste link.


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