4 de Maio de 2010
Por José Manuel Costa

O centro do mundo está em Xangai e Expo 2010 está no bom caminho para ser a melhor de sempre. Desconfiava que a organização chinesa não deixaria de espantar os visitantes com uma soberba representação do que será o futuro, mais ainda assim fiquei perplexo com a qualidade dos conteúdos que encontrei em Xangai.

 

Primeiras notas: o nosso pavilhão foi uma boa surpresa. Estamos muito bem representados tanto ao nível arquitectónico – um edifício forrado a cortiça – como ao nível dos conteúdos.

 

Partimos do passado – ou melhor, desprendemo-nos da imagem do nosso passado, daquilo que fomos – para nos projectarmos para o futuro, num excelente filme e que recomendo que vejam. A história aliada à tecnologia. Claro que a nossa aposta nas energias renováveis não poderia deixar de fazer parte do “cenário”, assim como a secular influência portuguesa na China e vice-versa.

 

Fui um dos 10 mil visitantes dos primeiros dias do Pavilhão de Portugal e posso dizer que vale muito a pena visitá-lo. É um excelente cartão de visita para o nosso país. Para além da sua magnitude arquitectónica, o nosso pavilhão não se perde no essencial: as energias renováveis representam 45% da electricidade consumida em Portugal e, em 2020, esta percentagem vai chegar aos 60%. Conseguimos passar esta mensagem.

 

É muito importante a ligação que o Pavilhão de Portugal faz às energias renováveis, à sustentabilidade e à eficiência energética. É também interessante que a fachada do pavilhão seja revestida de cortiça – 2.000 metros quadrados de um material português, reciclável e ecológico.

 

Trata-se de um exemplo de inovação e de boas práticas ambientais e irá potenciar a nossa imagem junto dos cerca de 70 a 100 milhões de visitantes previstos para a Expo 2010.

 

Mas há mais pavilhões simplesmente extraordinários, a começar, claro, pelo chinês. Para quem quer visitar a Expo 2010 destaco ainda os pavilhões da Coreia do Sul, Israel, Austrália, Inglaterra, Alemanha, França, Polónia, Suécia, Dinamarca, Espanha e Noruega.

 

Voltarei em breve com mais “estórias” de Xangai.


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