14 de Junho de 2010
Por José Manuel Costa

Excelente notícia a de que o presidente da República, Cavaco Silva, irá visitar Angola em Julho, antecipando a cimeira dos Chefes de Estado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), na qual Angola vai assumir a presidência da organização. É mais um sinal de que a cooperação entre os dois países está cada vez mais pujante.

 

Citado pela imprensa angolana na sexta-feira, o ministro para os Assuntos Parlamentares português, Jorge Lacão, disse que Angola tem hoje um papel preponderante para a expansão económica de Portugal, uma vez que já é o quarto país de destino das nossas exportações.

 

Paralelamente, há a destacar o facto do investimento de Angola em Portugal começar já a ser significativo.

 

“São relações recíprocas porque os investimentos de Portugal em Angola são de parcerias com as empresas nacionais, com base na igualdade”, explicou.

 

Como já tive oportunidade de referir neste blog, vive-se hoje um clima de prosperidade em Angola. O País está no sítio certo e na hora certa para se tornar num player mundial de relevo.

 

Se a emergência de países como Angola, Nigéria, Tunísia, Marrocos, Argélia, África do Sul ou Egipto já é uma realidade, dentro de 10 a 15 anos será uma certeza ainda mais consolidada.

 

E aqui Portugal, não só através das suas ligações a Angola mas também ao Brasil – para saltarmos para outro continente e País importante no futuro da economia global – poderá também ter uma palavra a dizer.

 

Aliás, se há algo que o Mundial 2010 nos pode provar é que a emergência africana provavelmente chegará mais rápido do que alguma vez nós, europeus, imaginámos.

Mas atenção – e referindo-me especificamente a Angola – o País tem um potencial económico, social e estratégico enorme, mas desengane-se quem lá vai à procura do El-Dorado, lucro fácil e de projectos de curto prazo.


Esta ideia, que durante anos pairou sobre a economia e empresas portuguesas, está hoje a desaparecer, mercê de fracassos e estratégias mal delineadas. Que a segunda década do século XXI seja diferente, e que as estratégias de curto prazo sejam substituídas pelos corredores de fundo. Assim se fazem as parcerias. Sejam elas económicas, culturais ou sociais.

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