8 de Julho de 2010
Por José Manuel Costa

A experiência da GCI em estratégias de sustentabilidade levou-me novamente ao Brasil, País que respira cada vez mais um clima de confiança e se está a virar, a pouco e pouco, para a responsabilidade social e ambiental.

 

É um País que pensa numa lógica de médio e longo prazo, como se quer. Receberá, dentro de poucos anos, os dois maiores eventos desportivos do globo, o Mundial de futebol e os Jogos Olímpicos, e a sociedade – Governo, empresas, população e outras organizações – não quer falhar.

 

Duas notas sobre esta minha visita. Em primeiro lugar destaco as declarações do ministro brasileiro de Minas e Energia e do seu desafio à EDP e Galp para reforçarem o investimento neste País. É uma estratégia que está completamente em linha com o que tenho defendido neste blog, o chamado triângulo (a cair para o quadrado…) de influências, abrangências e interesses de língua portuguesa.

 

Sobre este triângulo – e os seus perigos – falarei também nos próximos dias.

 

Queria também destacar o novo projecto do BuscaPé, o maior site de comparação de preços da América Latina. É um selo Eco que ajudará os seus clientes e utilizadores e adoptarem uma postura ambientalmente mais responsável. Será uma "característica sustentável" marcada com uma folha verde e a marca Eco.

 

E mais: será ainda explicado aos consumidores o porquê de determinado produto estar classificado assim.

 

"Dentro do nosso conceito de 'Compra Consciente' decidimos ajudar os nossos utilizadores a terem mais facilmente informações sobre quais os produtos ecologicamente correctos e o que os torna mais verdes. Assim damos mais um passo para apoiar os nossos utilizadores quando chega a hora de decidir pela compra de um produto que agride o meio ambiente”, explicou o próprio presidente do BuscaPé, Romero Rodrigues.

 

No Brasil, as estratégias de sustentabilidade não são lugares-comuns. E passam da teoria para a prática.

 

Parafraseando a nossa nova extensão online, o desafio das políticas de sustentabilidade e responsabilidade social das empresas é hoje diferente do que era há seis, quatro ou dois anos.

 

É mais complexo e estende-se para além da reputação. Está directamente relacionado com negócio – e a sua continuidade – motivação dos colaboradores ou expansão no mercado.

 

O que, na verdade, foi o que o BuscaPé acabou por fazer.


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