20 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Há dois meses, numa interessante entrevista publicada – em duas tomas – no Green Savers, Roberta Medina fez uma análise do investimento – do brutal investimento – do Rock in Rio nos projectos de desenvolvimento sustentável.


Segundo Roberta, o Rock in Rio já investiu cinco milhões de euros, nos últimos dez anos, no seu projecto social. Hoje, a marca tem outra grande batalha: reduzir as emissões de CO2, algo em que a executiva está completamente focada, apesar de tudo o que já faz para promover a sustentabilidade do evento, junto dos seus fãs e de todos os seus outros stakeholders.


O evento, que tem como lema Por Um Mundo Melhor, já compensa, desde 2006, todas as emissões de CO2 das edições brasileira, espanhola e portuguesa, tendo criado inúmeras iniciativas, tangíveis e intangíveis, para apoiar projectos ambientais e sociais.


Alguns, como o Rock in Rio Atitude Sustentável ou o Escola Solar – para falar dos portugueses –, tornaram-se ícones da marca. Outros, menos mediatizados, não deixaram de chegar a quem mais precisa de ser ajudado.


Relembro, por isso, esta história que Roberta conta na entrevista ao Green Savers: há cooperativas que aproveitam os resíduos do Rock in Rio – as lonas ou outros materiais – e que, com isso, criam objectos que depois vendem às empresas de brindes. Com isso, essas cooperativas sustentam centenas de famílias. Ora aqui está um projecto que poderia ser “reconhecido” pelo GPA.

 

Outra curiosidade: a primeira edição do Rock in Rio Lisboa está intimamente ligada ao lançamento da marca Tela Bags, hoje reconhecida em todo o País - e não só - pelos seus valores associados à sustentabilidade.


Por todas estas razões, o Rock in Rio é um parceiro natural do GPA. Sei que esta parceria será uma mais-valia para os dois projectos e que, através dela, poderemos junto lutar contra isto.


É mais um passo muito importante para o GPA. O Rock in Rio torna-se no primeiro parceiro conjunto do GPA em Portugal e Brasil, o que dá um élan especial ao lançamento do GPA Brasil e permite-nos trabalhar de forma mais integrada esta parceria.


Uma última ideia: em 2010, o RiR ampliou o seu plano de sustentabilidade, que passou a ser “trabalhado de forma mais transversal”. É também esta transversalidade que une Rock in Rio e GPA. Afinal, também os Green Project Awards procuram um mundo melhor.

 


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