26 de Maio de 2011
Por José Manuel Costa

Na quinta-feira, durante o debate que tive oportunidade de moderar no ISEG, sobre Gestão da Sustentabilidade, não pude deixar concordar – quase com um sentimento de missão cumprida – com o research director da Havas Media, Rui Almeida.


Dizia o responsável, a certa altura, que existiam dois meios privilegiados para comunicar a sustentabilidade. Um deles, claro, era o digital, pela sua “lógica de diálogo com os stakeholders e facilidade em criar comunidades”.

 

Mais tarde, Neves de Carvalho, da EDP, e Paula Arriscado, da Toyota, corroboraram esta opinião, explicando sobretudo o papel das redes sociais – o primeiro – e a facilidade de chegar a um outro target – a segunda – como factores que levaram as duas marcas a investir fortemente no digital.


O digital, como sabem, é uma parte importante do Public Engagement, o que explica também o forte investimento feito pela GCI e Edelman, nos últimos anos, nesta área.

 

No início do ano, a Edelman EMEA foi mesmo nomeada a Agência Digital do Ano, em 2011, pelo Holmes Report, um prémio que reflecte esse mesmo investimento.


Aliás, como defensor da evolução das Public Relations para um novo modelo baseado no Public Engagement, Robert Phillips – que desde Janeiro é CEO da Edelman EMEA – destaca frequentemente, entre outras, a importância da tecnologia e da nova democracia digital como ponte para todas as mudanças comportamentais do nosso dia-a-dia. Um umbrella onde cabem as alterações climáticas e sustentabilidade, o bem-estar, a confiança, a transparência e a responsabilidade social. Temas que, como sabem, são o b-a-ba da visão da Edelman e GCI.

 
Dito isto, congratulo-me por, nos últimos dias, algumas consultoras terem anunciado os seus projectos digitais. São excelentes notícias para o mercado.


Acredito que, se hoje a aposta do mercado é no digital, amanhã será no Public Engagement. Como já tive oportunidade de escrever neste artigo, o Public Engagement será cada vez mais incontornável no futuro das Public Relations. Na Europa mas também em Portugal. No nosso mercado, sê-lo-á com este nome… ou com outro qualquer.


Sim, o digital é importante. Mas a promoção de interesses mútuos num mundo de interdependências e a criação de pontes de relacionamento entre stakeholders e shareholders – vulgo, Public Engagement -, no qual o digital é uma peça importante, é a maior tendência global da indústria das Public Relations. E, no Public Engagement, o digital é apenas mais uma ponte.


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