23 de Setembro de 2011
Por José Manuel Costa

Arranca hoje, no Rio de Janeiro, mais uma edição do Rock In Rio, o maior evento de música e entretenimento do mundo e que será também o primeiro evento brasileiro – e fora do território português – a receber a certificação 100R, ou seja, com reciclagem 100% garantida.

 

Ao longo dos anos, o Rock In Rio investiu mais de cinco milhões de euros em projectos relacionados com a inclusão social e o desenvolvimento sustentável, mas esta edição ficará para sempre na história desta poderosa marca pela forte estratégia sustentável.

 

A certificação do Rock In Rio como evento 100R é, como diz o director-geral da Sociedade Ponto Verde, Luís Veiga Martins, um “exemplo” para a cidade do Rio de Janeiro. É um marco na gestão ambiental, diria, de todo o Brasil, tendo em conta que a reciclagem está ainda a dar os primeiros passos neste País.

 

Todos os resíduos gerados antes, durante e após o Rock In Rio terão um destino final adequado. Para tal, a Sociedade Ponto Verde vai acompanhar todos os passos da organização, com a presença de técnicos especializados, para garantir o sucesso da operação.

 

Mas há mais: estão previstas acções de gestão de resíduos, redução e compensação da emissão de carbono, para além de programas educacionais e da campanha “Vá de ônibus”, que incentiva o público a deixar o carro em casa e a usar o transporte colectivo para se dirigir à chamada Cidade do Rock, na Barra da Tijuca.

 

“Apesar das dificuldades inerentes às acções inéditas, não faria sentido deixarmos de trabalhar por um desafio que já se tornou parte da mentalidade e do compromisso do Rock in Rio. Estamos a dedicar-nos bastante e a investir cerca de 87 mil euros para que as metas estipuladas sejam atingidas”,  explicou Roberta Medina.

 

Este ano, como sabem, ficou marcado pelo início da estratégia dos Green Project Awards ao mercado brasileiro. Grande parte desta projecção resultou da nossa parceria com o Rock In Rio, um evento que, tal como refiro no título, é cada vez mais sustentável.

 

O mercado brasileiro tem um potencial sustentável incrível. Que o diga também a Carris, que foi convidada para revitalizar o tradicional bondinho do Rio de Janeiro. Recordo, por isso, as palavras de Carlos Minc ao Sociedade das Nações: o Brasil está hoje 15 anos atrasado, em relação a Portugal, em áreas como o saneamento e resíduos e por isso estará sempre disponível para contar com a “inestimada ajuda” dos seus amigos portugueses.

 

Como já tive oportunidade de dizer neste blog, as estratégias de sustentabilidade são um dos pontos altos do triângulo estratégico Portugal/Angola/Brasil. As diferentes evoluções de desenvolvimento sustentável nestes países permitem às empresas portuguesas, com o seu know how, estabelecerem estratégias de inovação nestes mercados.

 

E é esta evolução, baseada em valores de inovação e conhecimento, que poderá projectar as consultoras de PR para novos desafios e novas lideranças.


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