25 de Outubro de 2011
Por José Manuel Costa

"Se por motivos profissionais tivesse de emigrar, que país escolheria e porquê?”. Esta foi a interessante pergunta que o Dinheiro Vivo me colocou, na última semana.

 

A resposta era óbvia: Brasil. Aliás, este País foi mesmo escolhido por outros dois questionados para o artigo.

 

Quem me conhece sabe que, se possível, passaria a minha vida entre Itália e Sintra. O Brasil, porém, é um namoro recente. É um País que não só vai liderar a nova revolução sustentável como tem um entusiasmante potencial de negócio.

 

Na verdade, e como disse ao Dinheiro Vivo, já passo bastante tempo por terras brasileiras, trabalhando na elaboração de estratégias de sustentabilidade, por isso a escolha foi natural.

 

Ontem, curiosamente, o Green Savers publicou o resultado de uma pesquisa do recentíssimo Ibope Ambiental, que indica que 52% das empresas brasileiras e multinacionais presentes no Brasil já têm departamentos exclusivamente dedicados à sustentabilidade.

 

A pesquisa entrevistou 400 grandes e médias empresas brasileiras e revelou o porquê desta tendência: os consumidores querem ver as empresas a implementarem práticas e políticas de sustentabilidade. E as empresas, claro, respondem positivamente a esta exigência.

 

Hoje, de facto, a consciência ambiental do mercado brasileiro está muito maior e, sobretudo nas empresas, é mais fácil colocá-la em prática. O estudo indica ainda que o investimento médio destinado pelas empresas a acções e políticas de sustentabilidade é de 3%.

 

“Pode parecer um valor pequeno, num primeiro momento, mas se levarmos em conta que estamos a falar de grandes e médias empresas, que facturam grandes montantes de dinheiro anualmente, é uma quantia razoável”, explicou Márcia Cavallari, responsável pelo estudo.

 

Não tenho dúvidas que, à medida que o País entra no countdown para o Mundial 2014 e Jogos Olímpicos, este investimento irá subir. Por altura do Rio+20, a conferência mais importante de sempre sobre as alterações climáticas e desenvolvimento sustentável, os números já não serão tão insignificantes (tendo em conta, claro, a dimensão da respectiva empresa). É um feeling que tenho.


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