23 de Novembro de 2011
Por José Manuel Costa

As acções são mais importantes que as palavas. Pego, precisamente, no título da entrevista do director de comunicação e relações institucionais da BP, Luís Roberto, ao Green Savers, para vos falar da segunda edição do EBAEpis.

 

(É certo que a entrevista aparece neste post de forma descontextualizada, mas acabei de a ler e acho que o título é perfeito para o que quero dizer sobre os EBAEpis)

 

Quem costuma ler este blog sabe que a GCI dedica uma grande parte do seu know how e relação com os vários stakeholders para promover a inovabilidade (a tal palavra que é muito utilizada pela EDP Brasil e que significa Inovação para a Sustentabilidade).

 

Fazemo-lo, muitas vezes, em forma de Prémios – o GPA e o GPA Brasil são dois exemplos. Hoje, porém, falo-vos dos EBAEpis, os European Business Awards for the Environment – Prémio Inovação para a Sustentabildiade, que se realizam na próxima segunda-feira pelas 16h, na Fundação EDP, em Lisboa.

 

Este é um prémio especial.

 

Uma iniciativa da Comissão Europeia e com organização, em Portugal, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), este é um prémio que reconhece as empresas e organizações que dão um contributo relevante para o desenvolvimento sustentável.

 

Mas não só. O EBAEpis promove as empresas vencedoras e coloca-as em competição com os seus pares europeus. Ou seja, dá-lhes um importante benchmark sustentável, dá-lhes uma relevente visibilidade internacional.

 

Na GCI, o EBAEpis surgiu como uma extensão do GPA, há dois anos. Os prémios, porém, são muito anteriores – de 1990. São, aliás, os mais importantes prémios europeus na área da inovação para o desenvolvimento sustentável, daí o grande interesse que têm criado – também – nas empresas portuguesas.

 

Na segunda-feira, há várias razões para estarem presentes na Fundação EDP. A começar pela intervenção do secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso de Paulo, passando por Márcio Grácio, director-geral da APA, Mário Lobo, director-geral da DGAE e Eduardo Moura, director da Fundação EDP.

 

Depois, há a natural curiosidade em perceber quem representará Portugal na edição europeia dos EBAEpis.

 

A segunda edição portuguesa dos EBAEpis é novamente organizada em colaboração com o Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais, Direcção-Geral das Actividades Económicas, BCSD Portugal e GCI.

 

Mais do que as palavras, são as acções que nos tornam relevantes e coerentes. E é por isso que, uma vez mais, não poderíamos ignorar esta iniciativa da Comissão Europeia.


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