25 de Novembro de 2011
Por José Manuel Costa

Vale a pena ler este artigo da PR Week sobre como as agências de PR inglesas estão preocupadas com a redução e cancelamento dos fees, dando como exemplo os resultados dos grupos Huntsworth e Chime.

 

A PR Week cita um cliente que diz que, internamente, é “cada vez mais difícil assegurar budgets para as PR”. “Estamos todos a ser apertados, por isso, quando estamos a lutar pelo nosso pote, é cada vez mais necessário justificar o valor que aportamos”, disse a fonte.

 

Por tudo isto, Mark Stringer, fundador da Pretty Green, acrescenta que o crescimento de um dígito, “year ou year”, seria um excelente resultado para a grande maioria das consultoras.

 

Entre as oportunidades identificadas neste período encontram-se as áreas de criação de conteúdos e comunicação digital, corporate e crise. E a criação de mais projectos para os clientes, uma vez que as oportunidades de media relations tradicionais estão a ser “espremidas”. (a expressão é mesmo squeezed)  

 

O Reino Unido tem um dos principais mercados globais de PR, marcado pela inovação e evolução das metodologias de trabalho, por isso não houve grandes ondas de choque quando um dos seus líderes afirmou que as “oportunidades de media relations tradicionais estão a ser espremidas”. Ou que há que repensar a forma como as consultoras trabalham, apresentam os seus projectos, o valor aportado.

 

Há alguns anos que defendo que, mais cedo ou mais tarde, será necessária esta mudança na forma como as consultoras trabalham, pensam, se integram e relacionam com as outras disciplinas do marketing. Há que aumentar a inovação, curiosidade, criatividade e, porque não, a nossa competência.   

 

Como explicou recentemente, em entrevista à Marketeer, a directora de planeamento estratégico da GCI, Mafalda Henriques, “todos dependemos uns dos outros, o negócio depende das relações com os stakeholders e o que importa é encontrar formas para desenvolver a relação”.

 

O modelo piramidal de influências foi substituído por uma esfera em que os media, os colaboradores da empresa, a distribuição ou as ONGs são stakeholders importantes. Todos acabam por influenciar o negócio. E será cada vez mais esse o caminho da GCI, a procura pelo Public Engagement.


| ... e mais assim! | partilhar

Perfil
Pesquisa
 
Artigos recentes

Confiança – um longo cami...

Os projectos que derrotam...

Nutrition Awards: renovaç...

GPA Brasil: nova edição a...

Portugal, Brasil e as par...

Integração

Expansão lusófona

Economia Verde: o novo pr...

Cooperação brasileira

Dan Edelman (1920-2013)

Ligações
Arquivo

Janeiro 2015

Junho 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Categorias

todas as tags

Subscrever feeds