14 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

Como já tinha referido no post anterior, o segundo debate do ciclo "15 Anos: Rewind and Forward”, no âmbito do 15º aniversário do Grupo GCI, realizar-se-á na próxima Quarta-feira sob o tema “Social Engagement: Emoção & Tecnologia”.
 
À semelhança do que aconteceu no primeiro debate, este segundo encontro reunirá pessoas de vários quadrantes profissionais, que poderão contribuir com o seu conhecimento e experiências para uma conversa animada e enriquecedora sobre o que evoluiu nos últimos quinze anos ao nível das novas tecnologias.
 
No Café Concerto do Cinema São Jorge irão estar os oradores Mafalda Moniz, Directora do Centro Social do Bairro 6 de Maio, Ana Cláudia Valente, Investigadora em Ciências Sociais, Hans-Erhard Reiter, Presidente Executivo da Ericsson Portugal, Diogo Vasconcelos, Presidente da APDC e Distinguished Fellow da Cisco, Tiago Forjaz, Partner Jason Associates, e Raul De Orofino, Actor, Autor, Encenador e Formador. O debate será moderado por Carlos Liz da APEME.
 
Gostava de lembrar que em 1994 o Mundo começava a separar-se em dois. O Real e o Virtual começaram então a percorrer caminhos distintos, edificando diferentes realidades mas de um universo comum. A tecnologia e o ritmo avassalador do seu progresso ditaram esta cisão e vieram lançar dúvidas, refundar ideias, instituições e processos.
 
Hoje, volvidos 15 anos, nas sociedades desenvolvidas é quase impossível para qualquer pessoa estar desligada do mundo virtual, mesmo que essa ligação seja feita de uma forma ténue.
 
Outros casos há em que o binómio emoção e tecnologia enriquece-se a cada segundo, com o virtual a transformar-se no mundo real para milhares de pessoas. Vivemos em rede, movemo-nos em redes e somos alimentados por tecnologia e emoção.

 


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13 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

No âmbito do 15º Aniversário do Grupo GCI  realizar-se-á no próximo dia 20 o segundo debate do ciclo “15 Anos: Rewind and Forward”, que reunirá oradores de grande qualidade para falar sobre “Social Engagement: Emoção & Tecnologia”.

 
Mas voltarei a este tema num próximo post, porque antes gostaria de destacar as principais conclusões do primeiro debate, realizado no passado dia 6, sob o tema “A Era da Informação”, e que teve como objectivo analisar os últimos 15 anos da comunicação em Portugal e antecipar as tendências e os modelos para a próxima década e meia.
 
Na mesa de oradores no Café Concerto do São Jorge estiveram Edson Athayde (publicitário), Pedro Bidarra (vice-presidente BBDO), Pedro Casquinha (Chief Marketing Officer ANF), Rita Torres Baptista (Directora de Marketing de Comunicação BES), e Kika Samblás (Managing Director Grupo de Consultores).
 
O filme do debate pode ser visto aqui, sendo que em baixo deixo o resumo das principais ideias:
 
- Pedro Bidarra foi talvez o mais crítico e polémico nas suas intervenções, referindo que os meios ignoram a fragmentação da comunicação em Portugal. Para o vice-presidente da BBDO é incompreensível que os anunciantes continuem a canalizar os seus investimentos para os três canais generalistas, ignorando por completo a nova realidade dos públicos e dos meios por cabo. Ou seja, os anunciantes estão a tomar decisões com base em dados errados.
 
- Pedro Bidarra fez duras críticas à Marketest, por considerar que os seu estudos são “mal feitos”.
 
- Pedro Casquinha considerou que os modelos de segmentação existentes estão desajustados.
 
- Rita Torres Baptista admitiu haver alguns desajustamentos na medição de audiências, mas, rejeitou a ideia que os anunciantes estejam apenas focados nos três canais generalistas.
 
- Ainda quanto ao problema da fragmentação, Rita Torres Baptista sublinhou que os novos meios não vieram substituir os mais tradicionais, como a televisão ou o jornal. Todos se devem complementar.
 
- Edson Athayde considera que os meios devem servir de suporte a uma “boa história”. Porque, quando se fala de comunicação tudo se resume a contar “uma boa história”. Mas para que isso resulte, os formatos têm que estar integrados.
 
- Athayde deu o exemplo de Susan Boyle como uma das histórias mais bem inventadas do ano, alimentada por reacções e veiculada através de vários meios, como o YouTube.
 
- Athayde lançou o alerta para a possibilidade das marcas e das instituições usarem indevidamente os meios de comunicação para inventarem histórias na defesa dos seus interesses.
  
- Perspectivando os próximos 15 anos, Kika Samblás refere que em 2024 as marcas já não vão "mandar" nos consumidores, apenas vão poder influenciar os seus comportamentos. Kika Samblás disse ainda que dentro de 15 anos não vão haver agências, vão haver "criadores de ideias". 

 


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4 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

 

É com bastante prazer, mas também com muito orgulho, que vejo o Grupo GCI a comemorar o seu 15ºAniversário, através de várias iniciativas que se irão prolongar ao longo de um ano.
 
É uma idade importante, que revela maturidade de um projecto que fundei e que deste então cresceu e evoluiu, para se tornar na primeira “PR Agency” em Portugal. Por isso, digo hoje com toda a confiança que a GCI é uma empresa única pelas suas características e uma referência para os vários stakeholders do mercado.
 
Para tal, têm contribuído os seus quadros de enorme valor, que diariamente têm colocado as suas ideias e profissionalismo ao serviço da excelência e da inovação. Não poderia também deixar de referir a parceria com a Edelman, que veio introduzir uma perspectiva mais global e sofisticada das “PR” no âmbito do nosso Grupo.
 
Mas, quanto ao percurso da GCI vou, para já, ficar-me por aqui, sendo que voltarei a falar sobre o mesmo mais tarde.
 
Neste momento, gostaria de dizer que é já a partir desta Quarta-feira que se realiza o primeiro de quatro debates que pretendem assinalar o 15º Aniversário do Grupo GCI.
 
Sob o tema “15 Anos - Rewind and Forward”, o objectivo destes encontros será analisar a evolução da comunicação em Portugal em todas as suas vertentes. Pretendemos também antecipar de como serão os próximos 15 anos e o que mudará no futuro na área das “PR”.
 
Para isso, teremos que analisar a comunicação de forma integrada e sob diferentes perspectivas. Assim, vamos ter quatro temas centrais: Comunicação, Social Engagement, Media e Sustentabilidade.
 
Entretanto, ao longo das próximas semanas surgirão aqui neste espaço vários textos sobre o 15º Aniversário da GCI e as iniciativas em curso.
 

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1 de Abril de 2009
Por José Manuel Costa

Foi com enorme satisfação que ontem estive no pequeno auditório da Culturgest para ouvir o Professor Augusto Mateus a comentar o Edelman Trust Barometer 2009 e a enquadrá-lo na realidade nacional.

 
Relembro que o Trust Barometer, que vai já na sua décima edição, é o mais importante estudo a nível internacional de medição dos níveis de confiança das pessoas em relação às empresas, governos, media e organizações não governamentais (ONG’s).
 
O Trust Barometer 2009 foi apresentado há umas semanas por Richard Edelman em Davos. E dada a importância deste estudo e a sua pertinência na actual conjuntura, o Grupo GCI, na qualidade de afiliado da Edelman, e em parceria com a APEME, tomou a iniciativa de convidar o Professor Augusto Mateus a debruçar-se sobre o documento e a interpretá-lo à luz da realidade nacional.
 
O resultado não podia ter sido mais esclarecedor e enriquecedor. O ex-ministro da Economia não só enquadrou todo o estudo na conjuntura portuguesa, como abordou a problemática da falta de confiança na actual crise.
 
Não querendo aqui alongar-me sobre a intervenção do Professor Augusto Mateus, convido os leitores deste blogue a irem ao site do Grupo GCI e lerem mais detalhadamente as reflexões da sua apresentação.
 
No entanto, gostaria de informar que tendo em conta a relevância e a representatividade deste estudo ao nível internacional, Portugal irá juntar-se, no próximo ano, aos 20 países que, globalmente, permitem antecipar tendências e comportamentos dos principais líderes de opinião, uma vez que se trata de um inquérito realizado junto de um público informado
 
O Grupo GCI, em parceria com a APEME, será a entidade responsável por desenvolver o trabalho de inquérito em Portugal e coordenar com a Edelman a inclusão da informação recolhida para o Trust Barometer 2010.
 

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30 de Março de 2009
Por José Manuel Costa

 

Irónico? Talvez não… As “mortes” de alguns dos mais emblemáticos jornais americanos, como o Rocky Mountain News, estão a ser anunciadas em primeira mão através das novas plataformas comunicacionais, as mesmas que estão a condenar o jornalismo impresso a dias penosos.

 

Twitter, blogues, redes sociais, You Tube, todos os canais serviram para, em tempo real, os colaboradores daquela publicação do Colorado “cobrirem o funeral do seu próprio jornal”, como observava o Financial Times. A primeira edição daquele jornal data de 13 de Abril de 1859. A última é de 27 de Fevereiro de 2009. Ou seja, o Rocky Mountain News “morreu” a poucas semanas de completar o seu 150º aniversário.

 
Outros jornais importantes também já escreveram o seu próprio obituário, e os que ainda não o fizeram seguem nesse sentido. A redução das receitas publicitárias e a diversificação das novas realidades digitais estão a impor medidas drásticas nas redacções, tais como a redução do número de colaboradores.
 

O cenário nos Estados Unidos é o mais problemático, estando a imprensa a ser mais penalizada do que em qualquer outra parte do mundo. O Financial Times explica esta situação com o facto de existir uma forte identidade cívica das pessoas associada a uma certa região ou estado, canalizando, assim, quase toda a publicidade para os meios locais, que acabaram por ganhar dimensão e recursos comparáveis a jornais nacionais de qualquer outro país.

 

Ora, com a contracção económica e a redução da publicidade, os jornais locais como o Rocky Mountain News foram os primeiros a pagar o preço da exclusividade de publicidade confinada a um Estado ou região.

 


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4 de Março de 2009
Por José Manuel Costa

Sustentabilidade

 
A sustentabildade é cada vez mais um "valor" que deve ser estimado e potenciado. O Grupo GCI tem encetado vários esforços nesse sentido, promovendo práticas ambientais e incentivando políticas sustentáveis. 
 
O consórcio Green Values, criado recentemente e composto pelo Grupo GCI e pela MyChange, tem precisamente como objectivo a definição e a implementação de projectos pela sustentabilidade. 
 
O primeiro projecto é um ciclo de conferências em parceria com a Caixa Geral de Depósitos. 
 
A sustentabilidade será abordada em todas as suas vertentes: ambiental, económica e social. Por isso, temas como as alterações climáticas, os direitos humanos, a sociedade da informação e o futuro das cidades serão incontornáveis na agenda dos conferencistas ao discutirem a problemática na sociedade actual.
 

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20 de Janeiro de 2009
Por José Manuel Costa

Como activar marca?

 

A Comunicação, nas suas mais variadas vertentes, inclusive as PR, está a marcar o seu Tempo na “inauguration”.

 

Marcado o Tempo, pelas excelentes estratégias de comunicação: a Pepsi “costumiza” e declina um novo logo, a Ikea "brings change to the oval office” e a Lego recriar a tomada de posse.

 

 

 

 

 

 

 

Eis o caminho para a diferenciação e criação de valor!

 

A Oportunidade faz o Tempo.

 


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25 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

A indústria da Comunicação tem sido, nos últimos meses, alvo de grande exposição mediática! Nem sempre pelos bons motivos!

 

Afinal qual e o papel dos Consultores de Comunicação? Ou será que ainda falamos de Assessores?

 

Confesso que começo a ficar muito baralhado!

 

Do que tenho lido, noto algo de pouco sério para um sector que se quer maduro e equiparado com as outras áreas de Consultoria.

 

Digo "quer"!

 

Mas, o que vemos é uma sequência de "intrigas" e de notícias " não notícia" sobre uma indústria, protagonizada por alguns players, que se recusa a aceitar e a contribuir para o novo paradigma do mercado da Consultoria em Comunicação.

 

O que vejo: lutas de galos!

Criação de valor e credibilidade: zero!

 

Sugestão: está na hora de fazer o trabalho de casa.
 


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11 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

No discurso inaugural do Congresso da Associação Portuguesa das Comunicações, o Presidente da República comparou as redes de comunicações digitais às redes viárias e recordou que ambas condicionam a localização das actividades económicas, a distribuição de empregos e constituem um importante factor de desenvolvimento regional. Um processo que se não for bem gerido agravará os já existentes problemas sócio-económicos e demográficos com que algumas regiões se defrontam.

 

Com consenso geral acerca do papel que as Tecnologias da Informação e Comunicação vão ter enquanto motor de crescimento económico, este congresso da APDC ficará na história do Grupo GCI por vários motivos.
 
Sem querer defraudar os motivos profissionais, destaco neste primeiro dia de congresso o resultado do estudo da “Smart Portugal 2020”, que afirma que com as TIC é possível não só cumprir os compromissos decorrentes do Protocolo de Quioto como também as metas para 2020 acordadas pelo Conselho Europeu de Março de 2007. Mais. Portugal pode posicionar-se competitivamente em vários segmentos da nova economia de baixo teor de carbono.
 
Conclusões em que acredito e para as quais o grupo a que presido já está a dar o seu contributo.
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Por José Manuel Costa

Dois anos após ter chegado às bancas o semanário Sol, outro jornal, desta vez diário, começa a ganhar forma. Agendado para chegar ao mercado nos primeiros meses de 2009, o novo diário generalista do Grupo Lena entra agora na fase de recrutamento de jornalistas seniores. 

 

 

Num País onde as novidades não são os jornais, mas o que trazem editado, quero, com alguns dias de atraso, felicitar o Diário Económico que há pouco tempo completou 19 anos de idade. Com a estratégia a ditar novas opções, o grupo proprietário do mais antigo diário de economia do País acaba de anunciar que o Semanário Económico vai ser reformulado e passará a sair ao sábado.

 

 

Num País onde os media não são notícia o quarto trimestre de 2008 está, sem dúvida, a trazer protagonismo aqueles que costumam ditar o protagonismo.

 

 

 

Porque as novas tecnologias são outra vertente do negócio, a RTP Mobile criou um novo canal temático em parceria com a APDC. Juntas estas duas entidades assinam hoje nova página da história ao combinarem meios de produção da televisão tradicional com novas soluções tecnológicas.

O novo canal que está a partir de hoje disponível nas redes de telemóvel da TMN, Vodafone e Optimus assegura a transmissão directa e integral do Congresso das Comunicações, que decorre no Centro de Congressos de Lisboa sob o signo “Tecnologias de Informação e Alterações Climáticas”.

 

 

 

Porque as mudanças não estão só no mercado nacional, e a noite eleitoral dos Estado Unidos provou que tudo está em mudança, neste congresso da APDC haverá espaço para temas como telepresença, que permite, por exemplo, realizar reuniões entre pessoas que se encontram a milhares de quilómetros de distância, através de hologramas.

 

 

É caso para dizer que, apesar da tão falada crise económica, o mercado português da comunicação está bem vivo.

 


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