26 de Junho de 2009
Por José Manuel Costa

Anupam Prakash, Head of Hewitt Associates

 

Portugal tem uma “grande oportunidade” para assumir-se como uma marca internacionalmente reconhecida na área da energia sustentável. Quem o diz é Anupam Prakash, Head of Hewitt Associates, que esteve presente na conferência de Quarta-feira para falar sobre as potencialidades de Portugal na “green energy”.
 
À semelhança de outros países que foram conseguindo criar “marcas” específicas que lhes permitiram obter notoriedade em todo o mundo, também Portugal tem neste momento todas as condições para criar uma “brand” associada à energia sustentável
 
Efectivamente, Portugal já surge na liderança dos principais rankings internacionais como um dos países de vanguarda ao nível das renováveis, e já ultrapassou o mero conceito experimental no que toca à utilização de renováveis, nomeadamente no que diz respeito às energias eólica, hídrica e solar.
 
Prakash constata que o paradigma das renováveis é já uma realidade em Portugal, representando um mercado crescente. Por isso, é agora necessário uma estratégia de marketing e de comunicação que possa construir uma “brand” que transforme Portugal numa referência mundial em termos de “green energy”.
 
Uma imagem que, na opinião de Jack Soifer, deverá passar pela aposta no turismo ambiental e sustentável. E é nesta altura de crise que Portugal deverá investir numa cultura de nichos de mercado, tendo todas as condições para proporcionar uma oferta turística em consonância com os novos paradigmas da sustentabilidade.
 
Só assim, avisa Stoifer, Portugal poderá aumentar a qualidade e a quantidade do turismo e de turistas no país, já que entre 2000 e 2008 o número de visitantes estrangeiros estagnou nos 12 milhões por ano. É por isso que aquele consultor alerta para o facto do “futuro do turismo em Portugal” não poder continuar a ter o mesmo modelo de desenvolvimento que tem tido até agora.

 


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24 de Junho de 2009
Por José Manuel Costa

 

“Homem vs Homem: Os desafios da sustentabilidade”, foi este o tema da quarta conferência realizada no âmbito do 15º Aniversário da GCI, e que decorreu hoje na Fundação EDP, no Museu da Electricidade, em Lisboa.

 
O painel, moderado por Luís Rochartre, secretário-geral do BCSD, não podia ter sido mais ecléctico, visto representar diferentes perspectivas sobre a problemática da sustentabilidade.
 
Anupam Prakash (Head of Hewitt Associates), Jack Stoifer (autor e consultor em turismo sustentável), Jorge Portugal (consultor), Stephen Adler (CEO Charity Brand) e José Perdigoto (Director Geral de Energia e Geologia) deram contributos muito interessantes sobre a relação de Portugal e da sociedade com o conceito de sustentabilidade.
 
José Perdigoto começou por fazer um enquadramento conceptual do conceito de sustentabilidade, sublinhando tratar-se de um compromisso intergeracional, uma ideia também partilhada por Jorge Portugal aquando da sua apresentação. Este referiu ainda que a “sustentabilidade é uma questão de cidadania”. 
 
Voltando à intervenção de José Perdigoto, ficou claro que o conceito de sustentabilidade vai muito além do vector ambiental, integrando cada vez mais as componentes económica e social.
 
Citando um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), José Perdigoto sublinhou que na “Europa estão a ser feitas coisas, mas é necessário acelerar”. Apelou ainda à urgência de serem criados novos modelos que reforcem a eficiência energética e potenciem a utilização de renováveis.

 


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5 de Junho de 2009
Por José Manuel Costa

Embora possa ser suspeito, tenho a certeza que os quase 130 convidados que assistiram à apresentação de David Brain, presidente da Edelman Europa, na passada Quarta-feira, puderam retirar importantes ensinamentos sobre o papel das PR nas estratégias das empresas e das organizações no mundo actual.

 
Brain dirigiu-se aos vários públicos presentes, entre gestores, empresários consultores de comunicação e jornalistas, tendo tido a preocupação de explicar a evolução das PR nos últimos anos, assim como a alteração de paradigmas, o que nem sempre é compreendido e assimilado pelos vários intervenientes do mercado.
 
Brain esteve em Lisboa no âmbito do 15º Aniversário do Grupo GCI e, como tal, gostaria de relembrar aqui algumas das suas principais mensagens: 
  1. As regras do novo paradigma das PR? Não há regras; Pragmatismo e Ambiguidade; Flexibilidade organizacional; Escrutínio e erro.
  2. Os próximos anos na área das PR é uma "land of opportunities"
  3. Neste novo paradigma das PR, por vezes as grandes soluções estão na simplicidade e nas pessoas.
  4. Os profissionais das PR têm a missão de interpretar o novo paradigma e pô-lo ao serviço das empresas e organizações
  5. O novo paradigma das PR potencia novas estratégias de comunicação e oportunidades de negócio.
  6. As PR terão que assimilar o paradigma da esfera da informação cruzada, porque só assim estarão à altura dos desafios comunicacionais.
  7. O paradigma da pirâmide (anos 80 e 90) evoluiu para o paradigma da esfera de informação cruzada
  8. Para as empresas que conseguirem tirar partido da social media, poderão criar canais de comunicação directos com os consumidores.
  9. A social media pode potenciar a crítica ou a defesa das próprias empresas e organizações por parte de todos os cidadãos.
  10. Isolar e esconder informação é algo que pertence ao passado.
  11. Este é talvez um melhor período para se trabalhar nas PR, desde que os seus profissionais conheçam os novos paradigmas.
  12. Hoje, cada pessoa tem a capacidade para gerar um enorme fluxo de informação contra uma empresa ou organização.
  13. Em 1994, quando alguém queria fazer uma crítica as empresas, os PR só tinham que se preocupar com uma possível carta.
  14. A social media deu mais poder ao consumidor, mas por vezes as empresas não estão preparadas para lidar com esse facto.
  15. As infinitas capacidades de busca na Internet, dão respostas como nunca dantes visto.
  16. Qualquer empresa, seja de que ramo for, pode tornar-se uma empresa de comunicação.
  17. Brain vê a social media com um grande potencial de crescimento.
  18. A informação dispersa-se por meios como o Twitter, Facebook, Youtube, Wikipedia, entre outros.
  19. Há tempos uma novidade, a social media é actualmente "mainstream".
  20. "Search is king", lê-se num dos slides de Brain, referindo-se ao Google.
  21. O e-mail está a tornar-se uma ferramente mais obsoleta em termos de comunicação.
  22. "A informação em 2009 é dispersa".
  23. Nos dias de hoje, toda a gente sabe tudo de toda a gente.
  24. O "controlo da mensagem" é um conceito associado aos anos 80 e 90.
  25.  As primeiras gerações do digital estão a chegar, porque foram aquelas que nasceram nos anos 90.  
  26.  


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22 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

Admito que tinha expectativas bastante altas para o segundo debate do ciclo “15 Anos: Rewind & Forward”, realizado na passada Quarta-feira no Café Concerto do Cinema São Jorge. Tal estado de espírito devia-se sobretudo a três razões:

 
1. O sucesso do primeiro debate dedicado à “Era da Informação”, realizado no passado dia 6 de Maio, fazia antever mais um encontro de grande qualidade na discussão de ideias.
 
2. O tema deste último debate, “Social Egangement: Emoção & Tecnologia”, é bastante actual e, confesso, muito do meu agrado.
 
3. A qualidade do painel de oradores, que a partir da sua diversidade deram um tom bastante eclético à sessão.
 
Efectivamente, todos estes ingredientes proporcionaram um debate muito interessante, no qual Diogo Vasconcelos (presidente da APDC e Distinguished Fellow da Cisco), Tiago Forjaz (Partner da Jason Associates e fundador do Star Tracker), Mafalda Moniz (Directora do Centro Social do Bairro 6 de Maio), Ana Cláudia Valente (Investigadora em Ciências Sociais), Hans-Erhard Reiter (Presidente Executivo da Ericsson Portugal), e Raul De Orofino (Actor, Autor, Encenador e Formador) participaram de forma muito dinâmica.
 
E porque o tema era precisamente a relação entre o virtual e o real, entre a emoção e a tecnologia, Mafalda Moniz, o Hans-Erhard Reiter e a Ana Cláudia Valente trouxeram ao público as suas experiências “reais”.
 
O trabalho que a Mafalda Moniz faz no Bairro 6 de Maio ou aquele que Hans-Erhard Reitar desempenha na Ericsson são realidades diferentes do mesmo mundo, como este último, aliás, acabou por reconhecer. Já Ana Cláudia Valente deu uma perspectiva mais global da realidade do ensino em Portugal.
 
Tiago Forjaz, que fez a apresentação mais emocionada da manhã, falou da sua experiência enquanto gestor de talento. Os projectos como o Star Tracking ou o Star Tracker são exemplos de redes sociais que visam enaltecer o talento nacional por todo o mundo.
 
E porque não é só de tecnologia que a sociedade vive, Raul De Orofino salientou a importância da componente humana e do humor no seio das organizações, sejam elas empresas, associações ou redes sociais.
 
Tecnologia essa que na opinião de Diogo Vasconcelos poderá ser utilizada no bem estar das sociedades. Por isso, o presidente da APDC apresentou vários projectos nos quais a componente tecnológica está a ser trabalhada de forma específica e integrada para solucionar problemas concretos das populações.
 
Por último, não poderia deixar de referir o dinamismo que o Carlos Liz, da APEME, imprimiu na moderação do debate, com observações sempre pertinentes e várias interpelações acutilantes aos oradores.
 

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4 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

 

É com bastante prazer, mas também com muito orgulho, que vejo o Grupo GCI a comemorar o seu 15ºAniversário, através de várias iniciativas que se irão prolongar ao longo de um ano.
 
É uma idade importante, que revela maturidade de um projecto que fundei e que deste então cresceu e evoluiu, para se tornar na primeira “PR Agency” em Portugal. Por isso, digo hoje com toda a confiança que a GCI é uma empresa única pelas suas características e uma referência para os vários stakeholders do mercado.
 
Para tal, têm contribuído os seus quadros de enorme valor, que diariamente têm colocado as suas ideias e profissionalismo ao serviço da excelência e da inovação. Não poderia também deixar de referir a parceria com a Edelman, que veio introduzir uma perspectiva mais global e sofisticada das “PR” no âmbito do nosso Grupo.
 
Mas, quanto ao percurso da GCI vou, para já, ficar-me por aqui, sendo que voltarei a falar sobre o mesmo mais tarde.
 
Neste momento, gostaria de dizer que é já a partir desta Quarta-feira que se realiza o primeiro de quatro debates que pretendem assinalar o 15º Aniversário do Grupo GCI.
 
Sob o tema “15 Anos - Rewind and Forward”, o objectivo destes encontros será analisar a evolução da comunicação em Portugal em todas as suas vertentes. Pretendemos também antecipar de como serão os próximos 15 anos e o que mudará no futuro na área das “PR”.
 
Para isso, teremos que analisar a comunicação de forma integrada e sob diferentes perspectivas. Assim, vamos ter quatro temas centrais: Comunicação, Social Engagement, Media e Sustentabilidade.
 
Entretanto, ao longo das próximas semanas surgirão aqui neste espaço vários textos sobre o 15º Aniversário da GCI e as iniciativas em curso.
 

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3 de Abril de 2009
Por José Manuel Costa

 
Um dos aspectos interessantes quando se parte para uma análise de determinada problemática é tentar compreendê-la nas suas diversas perspectivas. Ao ler recentemente dois artigos publicados no suplemento de saúde do Financial Times, foi possível encontrar diferentes ângulos de um mesmo tema.
 
A insustentabilidade dos sistemas de saúde públicos, e até mesmo privados, parece ser cada vez mais uma fatalidade, mas paradoxalmente por razões que podem resultar da própria evolução positiva na qualidade e no bem-estar das sociedades ocidentais. Nestas, as pessoas vivem mais anos e com mais qualidade. Mas, isto implica necessariamente mais gastos nos sistemas de saúde.   
 
A longevidade humana tem assim um preço elevado que poderá condenar o próprio sistema onde a mesma se torna possível.
 
A evolução da medicina permite-nos cada vez mais opções e os custos com a saúde crescem de ano para ano desafiando os especialistas da Health Economics a pensar novas soluções para um velho problema que na verdade é inevitável, não fosse o facto de ter-se iniciado nos anos 60 o caminho para a quase inversão das pirâmides etárias nos países desenvolvidos. A população activa é sobejamente inferior ao crescente número de idosos que representam a grande fatia do investimento em saúde.
 
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) fez um levantamento da evolução da despesa de Estado com a saúde nos seis países originais da Comunidade Europeia, entre 1965 e 2006, e verificou que os gastos duplicaram: de 4,9% passaram para 10,2% do PIB. As projecções apontam para que em 2050 a maioria dos países da OCDE estejam a gastar cerca de 20% do PIB na saúde e que nos Estados Unidos este valor chegue mesmo aos 30%. Em Portugal, no ano de 2009, a fatia prevista é de 5,1%.
 
É sobre estes e outros factores que a GCI, sobretudo através do seu Inside Health, tenta estudar os vários ângulos da problemática da saúde e dos seus sistemas adjacentes. Porque só desta maneira, é possível promover uma consultoria de comunicação adequada e ajustada aos desafios que se impõe aos clientes do Grupo GCI.

 

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1 de Abril de 2009
Por José Manuel Costa

Foi com enorme satisfação que ontem estive no pequeno auditório da Culturgest para ouvir o Professor Augusto Mateus a comentar o Edelman Trust Barometer 2009 e a enquadrá-lo na realidade nacional.

 
Relembro que o Trust Barometer, que vai já na sua décima edição, é o mais importante estudo a nível internacional de medição dos níveis de confiança das pessoas em relação às empresas, governos, media e organizações não governamentais (ONG’s).
 
O Trust Barometer 2009 foi apresentado há umas semanas por Richard Edelman em Davos. E dada a importância deste estudo e a sua pertinência na actual conjuntura, o Grupo GCI, na qualidade de afiliado da Edelman, e em parceria com a APEME, tomou a iniciativa de convidar o Professor Augusto Mateus a debruçar-se sobre o documento e a interpretá-lo à luz da realidade nacional.
 
O resultado não podia ter sido mais esclarecedor e enriquecedor. O ex-ministro da Economia não só enquadrou todo o estudo na conjuntura portuguesa, como abordou a problemática da falta de confiança na actual crise.
 
Não querendo aqui alongar-me sobre a intervenção do Professor Augusto Mateus, convido os leitores deste blogue a irem ao site do Grupo GCI e lerem mais detalhadamente as reflexões da sua apresentação.
 
No entanto, gostaria de informar que tendo em conta a relevância e a representatividade deste estudo ao nível internacional, Portugal irá juntar-se, no próximo ano, aos 20 países que, globalmente, permitem antecipar tendências e comportamentos dos principais líderes de opinião, uma vez que se trata de um inquérito realizado junto de um público informado
 
O Grupo GCI, em parceria com a APEME, será a entidade responsável por desenvolver o trabalho de inquérito em Portugal e coordenar com a Edelman a inclusão da informação recolhida para o Trust Barometer 2010.
 

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5 de Março de 2009
Por José Manuel Costa
 
 
Se há projectos vencedores, o Green Project Awards é um deles. Promovido pela GCI e apoiado desde o início pelo Ministério do Ambiente e pela Quercus, o GPA teve a sua estreia em 2008, superando todas as nossas expectativas.
 
Hoje, tive o privilégio de apresentar a edição de 2009, à qual os Ministérios da Economia e das Finanças se juntaram para dar o seu apoio. Entidades como a Euronext Lisbon e a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações também se associaram ao GPA 2009, sendo um sinal claro da importância crescente que este projecto está adquirir após o sucesso da primeira edição.
 
Uma das grandes novidades da edição deste ano em relação a 2008 é o facto de se ter alargado o conceito de sustentabilidade em toda sua plenitude, integrando não apenas a componente ambiental, mas também os pilares económico e social.  
 
Perante isto, acredito que o GPA 2009 reúne todas as condições para ser ainda mais mobilizador na apresentação de candidaturas do que o ano passado. É esse o meu desejo para o GPA 2009!
 
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28 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

A expressão “era uma vez” provou ontem que pode ser mais, muito mais, que o início de uma fábula. 

 

 

Sem que se possa falar em vencedores e vencidos, até porque estes últimos não existem, os projectos que mais contribuiram para a promoção da Sustentabilidade Ambiental em Portugal foram ontem reconhecidos durante uma gala que decorreu no Centro de Congressos do Estoril.

 

 

O Galardão Green Project Awards foi entregue a:

 

 

Categoria Comunicação:

Grande Prémio: Sociedade Ponto Verde

 

Menção honrosa:

EDP

SIC

Delta

 

 

Categoria I&D:

Grande Prémio: INETI

 

Menção honrosa:

DST

E-studio

 

 

Categoria Projecto:

Grande Prémio: AMI

 

Menção honrosa:

Junta de Freguesia da Ericeira

Livros Amigos do Ambiente

 

 

Porque já não há retorno no caminho da Sustentabilidade em Portugal, o GPA é o meu compromisso pessoal para reforçar as palavras do senhor Ministro do Ambiente: “O conceito de Desenvolvimento Sustentável tem continuidade no terreno”.


 


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27 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

 

 

Green dia

 
O balanço é deveras positivo e hoje é o grande dia. O dia em que ficaremos a saber quem são os vencedores do Green Project Awards, uma iniciativa do Grupo GCI, que conta com o apoio do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Quercus.
 
A gala de atribuição de prémios acontece daqui a pouco no Centro de Congressos do Estoril, e será a primeira de muitas cujo objectivo é distinguir o que de melhor se faz em Portugal pela sustentabilidade.
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