29 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

 

No mundo das Public Relations há figuras incontornáveis. David Brain, Presidente da Edelman para Europa, África e Médio Oriente, é uma delas e estará em Lisboa no próxima dia 3 no âmbito do 15º aniversário do Grupo GCI.

 

Brain irá participar num almoço conferência para falar sobre “O novo paradigma das PR”. Um encontro intimista com clientes, parceiros e colaboradores da GCI, no qual serão abordadas novas temáticas das Public Relations.

 
Será certamente um momento muito interessante para ouvir e conviver com o David Brain que, entre outras coisas, falará sobre a sua vasta experiência e conhecimento na área das Public Relations.
 
Além de ser autor do SixtySecondView, um dos blogues de PR mais conhecidos internacionalmente, Brain é uma das pessoas mais inovadoras e visionárias desta área.
 
Brain vê as public relations de uma forma integrada e adjacente a tudo o que o rodeia na vida quotidiana. Da política à economia, da sociedade à tecnologia, da cultura à ciência, Brain imprime uma versatilidade e amplitude às PR, tornando-as muito mais dinâmicas e adequadas às novas exigências das sociedades pós-modernas.
 

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14 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

Como já tinha referido no post anterior, o segundo debate do ciclo "15 Anos: Rewind and Forward”, no âmbito do 15º aniversário do Grupo GCI, realizar-se-á na próxima Quarta-feira sob o tema “Social Engagement: Emoção & Tecnologia”.
 
À semelhança do que aconteceu no primeiro debate, este segundo encontro reunirá pessoas de vários quadrantes profissionais, que poderão contribuir com o seu conhecimento e experiências para uma conversa animada e enriquecedora sobre o que evoluiu nos últimos quinze anos ao nível das novas tecnologias.
 
No Café Concerto do Cinema São Jorge irão estar os oradores Mafalda Moniz, Directora do Centro Social do Bairro 6 de Maio, Ana Cláudia Valente, Investigadora em Ciências Sociais, Hans-Erhard Reiter, Presidente Executivo da Ericsson Portugal, Diogo Vasconcelos, Presidente da APDC e Distinguished Fellow da Cisco, Tiago Forjaz, Partner Jason Associates, e Raul De Orofino, Actor, Autor, Encenador e Formador. O debate será moderado por Carlos Liz da APEME.
 
Gostava de lembrar que em 1994 o Mundo começava a separar-se em dois. O Real e o Virtual começaram então a percorrer caminhos distintos, edificando diferentes realidades mas de um universo comum. A tecnologia e o ritmo avassalador do seu progresso ditaram esta cisão e vieram lançar dúvidas, refundar ideias, instituições e processos.
 
Hoje, volvidos 15 anos, nas sociedades desenvolvidas é quase impossível para qualquer pessoa estar desligada do mundo virtual, mesmo que essa ligação seja feita de uma forma ténue.
 
Outros casos há em que o binómio emoção e tecnologia enriquece-se a cada segundo, com o virtual a transformar-se no mundo real para milhares de pessoas. Vivemos em rede, movemo-nos em redes e somos alimentados por tecnologia e emoção.

 


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13 de Maio de 2009
Por José Manuel Costa

No âmbito do 15º Aniversário do Grupo GCI  realizar-se-á no próximo dia 20 o segundo debate do ciclo “15 Anos: Rewind and Forward”, que reunirá oradores de grande qualidade para falar sobre “Social Engagement: Emoção & Tecnologia”.

 
Mas voltarei a este tema num próximo post, porque antes gostaria de destacar as principais conclusões do primeiro debate, realizado no passado dia 6, sob o tema “A Era da Informação”, e que teve como objectivo analisar os últimos 15 anos da comunicação em Portugal e antecipar as tendências e os modelos para a próxima década e meia.
 
Na mesa de oradores no Café Concerto do São Jorge estiveram Edson Athayde (publicitário), Pedro Bidarra (vice-presidente BBDO), Pedro Casquinha (Chief Marketing Officer ANF), Rita Torres Baptista (Directora de Marketing de Comunicação BES), e Kika Samblás (Managing Director Grupo de Consultores).
 
O filme do debate pode ser visto aqui, sendo que em baixo deixo o resumo das principais ideias:
 
- Pedro Bidarra foi talvez o mais crítico e polémico nas suas intervenções, referindo que os meios ignoram a fragmentação da comunicação em Portugal. Para o vice-presidente da BBDO é incompreensível que os anunciantes continuem a canalizar os seus investimentos para os três canais generalistas, ignorando por completo a nova realidade dos públicos e dos meios por cabo. Ou seja, os anunciantes estão a tomar decisões com base em dados errados.
 
- Pedro Bidarra fez duras críticas à Marketest, por considerar que os seu estudos são “mal feitos”.
 
- Pedro Casquinha considerou que os modelos de segmentação existentes estão desajustados.
 
- Rita Torres Baptista admitiu haver alguns desajustamentos na medição de audiências, mas, rejeitou a ideia que os anunciantes estejam apenas focados nos três canais generalistas.
 
- Ainda quanto ao problema da fragmentação, Rita Torres Baptista sublinhou que os novos meios não vieram substituir os mais tradicionais, como a televisão ou o jornal. Todos se devem complementar.
 
- Edson Athayde considera que os meios devem servir de suporte a uma “boa história”. Porque, quando se fala de comunicação tudo se resume a contar “uma boa história”. Mas para que isso resulte, os formatos têm que estar integrados.
 
- Athayde deu o exemplo de Susan Boyle como uma das histórias mais bem inventadas do ano, alimentada por reacções e veiculada através de vários meios, como o YouTube.
 
- Athayde lançou o alerta para a possibilidade das marcas e das instituições usarem indevidamente os meios de comunicação para inventarem histórias na defesa dos seus interesses.
  
- Perspectivando os próximos 15 anos, Kika Samblás refere que em 2024 as marcas já não vão "mandar" nos consumidores, apenas vão poder influenciar os seus comportamentos. Kika Samblás disse ainda que dentro de 15 anos não vão haver agências, vão haver "criadores de ideias". 

 


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4 de Março de 2009
Por José Manuel Costa

Sustentabilidade

 
A sustentabildade é cada vez mais um "valor" que deve ser estimado e potenciado. O Grupo GCI tem encetado vários esforços nesse sentido, promovendo práticas ambientais e incentivando políticas sustentáveis. 
 
O consórcio Green Values, criado recentemente e composto pelo Grupo GCI e pela MyChange, tem precisamente como objectivo a definição e a implementação de projectos pela sustentabilidade. 
 
O primeiro projecto é um ciclo de conferências em parceria com a Caixa Geral de Depósitos. 
 
A sustentabilidade será abordada em todas as suas vertentes: ambiental, económica e social. Por isso, temas como as alterações climáticas, os direitos humanos, a sociedade da informação e o futuro das cidades serão incontornáveis na agenda dos conferencistas ao discutirem a problemática na sociedade actual.
 

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3 de Março de 2009
Por José Manuel Costa

Dizem que o sucesso do mais recente fenómeno da comunicação digital reside na sua simplicidade. De facto, o Twitter parece obedecer à lógica do mínimo esforço possível. Ou melhor, do mínimo de escrita possível…

 
Cada “tweet” não pode ter mais de 140 caracteres, os suficientes para que o autor consiga cativar os seus “seguidores”, que podem ser meia dúzia, e pertencer a um grupo tão restrito como a família e amigos, ou então milhares, tendo o universo como limite para a sua audiência. Exagero? Não, basta para isso ver os twitters de Barack Obama ou da Britney Spears, que serão literalmente acompanhados ao minuto pelo mundo inteiro.
 
Trata-se de uma ferramenta de comunicação tão simples e acessível que a sua utilização é um prazer constante e até mesmo viciante, dizem alguns.
 
No entanto, há quem veja no Twitter uma plataforma de comunicação bastante eficaz, estando a utilizá-la com fins profissionais. Alguns políticos já o fazem, assim como personalidades dos mais diversos quadrantes da sociedade. Muitos jornalistas, por exemplo, já recorrem ao Twitter como mais um meio de comunicação. 
 
Em Portugal, políticos como Hermínio Loureiro (PSD), Pedro Mota Soares (CDS), Agostinho Branquinho (PSD), António Galamba (PS), Helena Pinto (BE) ou António Filipe (PCP) já se deixaram apanhar pela febre do Twitter.   
 
Quem também já entrou no mundo do Twitter foi o Grupo GCI, que a partir de agora pode ser “seguido” por todos aqueles que estiverem interessados em acompanhar os “tweets” dos seus consultores.
 
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28 de Janeiro de 2009
Por José Manuel Costa

Richard Edelman

 

Davos, a estância suíça imortalizada na “Montanha Mágica” de Thomas Mann, acolhe desde hoje e até ao próximo Domingo mais um encontro do Fórum Económico Mundial. A participação deste ano é recorde, contando com mais de 2000 pessoas, entre as quais estão cerca de 40 chefes de Estado e de Governo, como os primeiros-ministros chinês e russo, Wen Jiabao e Vladimir Putin, respectivamente.

 

Sob o espectro da ameaça da recessão global e do já crónico “travão” imposto pelas políticas proteccionistas que teimam em persistir, Davos volta a reunir este ano representantes do mundo empresarial, institucional e político para discutirem os problemas e abordarem os desafios mundiais. Em ano de crise, tal conclave adquire ainda mais importância, seja nas apresentações das conferências ou nas conversas de corredores. 
 
Um dos presentes em Davos é Richard Edelman, director executivo da Edelman da qual o Grupo GCI é afiliada, e que apresentou esta manhã o muito aguardado "Trust Barometer 2009”, um estudo de confiança e de credibilidade empresarial e institucional que aquela consultora de comunicação e public relations já realiza há dez anos.
 
O “Trust Barometer 2009" recolheu o testemunho de 4500 “opinion leaders” de 20 países, de modo a asseverar o estado da credibilidade que os cidadãos depositam em entidades que podem ir desde organizações não governamentais a bancos ou empresas.
 
Uma das conclusões que o “Trust Barometer” deste ano revela é a queda de todos os indicadores, algo inédito no historial daquele estudo. Como revelou ao Financial Times, Neal Flieger, responsável da área de Public Affairs da Edelman, “nos anos anteriores quando uma categoria subia, outra descia. Este ano, todas descem”.
 
Perante este cenário, Flieger refere que o caminho para a recuperação da credibilidade e da confiança passa pelo facto das empresas e das instituições reconhecerem as suas responsabilidades face aos problemas do mundo.
 
Uma ideia corroborada pelo próprio Richard Edelman que, em entrevista à BBC World, exorta especificamente aos CEO’s das empresas para “não se esconderem” dos problemas das sociedades. Porque, uma das conclusões avançadas por Edelman é o facto da confiança e da credibilidade no mundo empresarial e dos negócios ter caído de forma acentuada.
 
É por esta razão que Richard Edelman antecipa o grande tema de Davos como sendo o do conceito de “responsabilidade social mútua”, no qual se verificará uma partilha de sacrifícios entre  os dirigentes das empresas e aquilo a que chama de “sector privado da diplomacia”. E deixa ainda o aviso: “As empresas que se afastem dos grandes temas sociais ou que digam que não podem dar-se ao luxo de serem sustentáveis estão a cometer um grande erro.”
 

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21 de Janeiro de 2009
Por José Manuel Costa

   

 

…e colocou-nos num Novo tempo!
 
Eis o repto lançado ontem!
Eis o grande desafio de Obama. A grande esperança e o novo impulso para o Novo Tempo.
Eis o Tempo de tornar a crise, a grande oportunidade.
 
Eis chegado o Tempo de inovar e restabelecer a confiança nos mercados.
Eis a oportunidade de sermos parte integrante deste novo Tempo.
 
Eis que vou,vamos no Grupo GCI, fazer parte deste novo Tempo.
 
E, vamos deixar marcas no Tempo!
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5 de Dezembro de 2008
Por José Manuel Costa

Hoje é o segundo dia para agitar as mentes e continuar a gerar um grande movimento em torno dos temas que marcam a agenda internacional em matéria de desenvolvimento sustentável.

 

 

Depois de ontem a qualidade dos oradores e participantes ter superado todas as expectativas, a fasquia do Green Festival, que decorre até dia 8 de Dezembro, no Centro de Congressos do Estoril, está alta e as aprendizagens para o próximo ano estão a ser anotadas.

 

Mas, os desafios em prol do desenvolvimento sustentável não param. A Comissão Europeia acaba de adoptar uma proposta que, pela primeira vez, irá permitir a todos os Estados-membros e regiões da União investirem na habitação mediante medidas de eficiência energética e energias renováveis.

 

No momento em que as palavras “crise” e “económica” se tornaram banais nas conversas, o antigo vice-chanceler alemão Joschka Fischer não escondeu, ontem no Centro de Congressos do Estoril, que a crise mais séria é a que junta as palavras “crise” e “ambiente”.

 

Num claro desafio à acção conjunta para abrir/identificar as grandes oportunidades, Fischer lembrou o desafio na aposta das energias renováveis. Uma área onde a Europa poderá ter posição dominante, por oposição à energia nuclear e ao petróleo.

 

Tendo Portugal clima e posição geográfica privilegiadas, gostaria de fazer minhas as palavras do ex-líder alemão, “mostrem-me um país rico que tenha destruído o seu futuro com investimentos na sustentabilidade".

 


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4 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

A formação nas empresas pode ser ministrada sob diversos ângulos. Pode ser formação interna, externa, com recurso a plataformas tecnológicas...

 

 

Na minha empresa recorremos à formação ministrada por entidades externas. Mais recentemente tenho vindo a colocar desafios internos aos colaboradores. “Provocações” que assumem a vertente de formação e que passam por pedir a determinado colaborador análise a artigo / case-study publicado em meios, muitas vezes internacionais.

 

 

Acredito que ao introduzir uma nova abordagem ao modelo de formação estou a contribuir para uma partilha de conhecimento entre os Recursos Humanos do Grupo GCI – quem analisa tem tendência a complementar as mensagens do autor do texto e, por isso, a passar informação o mais completa possível e sempre a puxar para a sua área de actuação.

 

O modelo já começou e num dos artigos analisados podemos constatar que nos tempos que correm – onde se fala diariamente em “crise” e onde os Relações Públicas tentam minimizar a importância dessa crise, em diferentes sectores – o sector das Tecnologias de Informação aproveita as mais recentes inovações tecnológicas como oportunidades de Comunicação.


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3 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

 

Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável, e destas 80% são crianças. Num verdadeiro projecto de solidariedade, o canadiano Kori Chilibeck criou o conceito “You Never Drink Alone”.

 
Perante este desafio, o Grupo GCI, que tem um historial intrinsecamente relacionado com as estratégias de consultoria e engagement das marcas no campo da sustentabilidade e responsabilidade social, não teve dúvidas em associar-se à causa.
 
Uma causa que está no mercado com o único produto comercializado no Mundo com o apoio da UNCHR – United Nations High Commissioner for Refugees (Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados): Earth Water.
 
Posiciona como uma água embalada mineral premium, Earth Water é uma marca ambiental e socialmente responsável, cujo lucro reverte na totalidade a favor dos Programas de gestão de Água nos países em desenvolvimento. Ou seja, porque com um mínimo de 4 cêntimos é possível ao Alto-Comissariado fornecer água potável a um refugiado, ao comprar uma embalagem de Earth Water equivale a dar de beber a um refugiado durante um dia inteiro. Dai que “You Never Drink Alone” ou “Nunca bebe sozinho”.
 
No nosso País o projecto Earth Water conta para além do apoio do Grupo GCI, da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas, da Fundação Luís Figo, da Tetra Pak Ibéria, da MSTF Partners e da Modelo Continente, que comercializa e distribui a Earth Water.
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