25 de Setembro de 2008
Por José Manuel Costa

 
John McCain anunciou que suspende a sua campanha eleitoral para acompanhar a crise financeira que assola os Estados Unidos da América.  Nesse sentido pediu a Obama para adiar o debate televisivo marcado para hoje entre ambos.
 
O candidato democrata recusou e fez saber, através do seu porta-voz, que havia convidado o candidato republicano para em conjunto emitirem uma declaração “com os princípios e condições que partilham para a proposta do Tesouro e pedindo ao Congresso e à Casa Branca para conjugarem esforços”.
 
Enquanto os respectivos porta-vozes esgrimiam argumentos, os Media davam conta que 57% dos eleitores americanos apoiam o plano de crise da administração liderada pelo republicano Bush. Informavam também que a Casa Branca saúda a decisão de McCain.
 
Os mesmos Media faziam publicar que Obama tem agora 9 pontos de vantagem sobre o seu adversário.
 
Com o marketing político a demonstrar todo o seu poder, uma questão se impõe: Até que ponto está a ser gerida a articulação Bush / McCain?

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29 de Agosto de 2008
Por José Manuel Costa

Barack Obama deu a conhecer a sua escolha para candidato à vice-presidência dos Estados Unidos da América através de SMS, ou mensagem recebida via telemóvel.

 

Naquela que é já considerada a melhor campanha política de sempre, Barack Obama, ou melhor, David Plouffe, director da campanha presidencial, está a saber gerir, como ninguém até hoje havia ousado, uma estratégia de comunicação com meios ainda não convencionais.

 

Num claro recurso a plataformas de comunicação como o SMS, o MMS, o YouTube, os blogs, a eleição do 44.º presidente dos Estados Unidos da América, que ocorrerá no Outono, é já e por si só uma vitória. Uma vitória da comunicação e da forma como chegar mais perto do eleitorado.

 

Sem tomar partido por Democratas ou Republicanos, a verdade é que a decisão de trocar o formato conferência de imprensa ou discurso televisivo pelo envio de e-mail, SMS ou MMS, para apoiantes e simpatizantes permite não só gerar buzz como engrossar a mailing list para futuros envios de mensagens.

 

No caso de Obama, o poder do digital tem também permitido que o candidato Democrata seja o campeão da recolha de fundos através, exactamente, da Internet.

 

Quando um candidato dá “luz verde” ao seu director de campanha – no caso David Plouffe – para enviar um e-mail aos apoiantes, para que estes saibam em “primeira-mão” o nome do candidato a vice-presidente dos Estados Unidos da América, e a convidá-los a remeter esse mesmo e-mail para amigos está a fazer História. Está a demonstrar o poder do digital, a força do “passa palavra” e, sobretudo, a permitir que o receptor sinta que é único, que tem poder. Uma autoridade que vai para além do voto que deposita na urna. Está a inaugurar um novo ciclo na forma de comunicar e fazer política.

 

Agora que Obama já disse formalmente “Sim” ao convite para ser candidato à Casa Branca que fórmulas irão ser eleitas para comunicar outros desafios e outras decisões?

 

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