5 de Março de 2009
Por José Manuel Costa
 
 
Se há projectos vencedores, o Green Project Awards é um deles. Promovido pela GCI e apoiado desde o início pelo Ministério do Ambiente e pela Quercus, o GPA teve a sua estreia em 2008, superando todas as nossas expectativas.
 
Hoje, tive o privilégio de apresentar a edição de 2009, à qual os Ministérios da Economia e das Finanças se juntaram para dar o seu apoio. Entidades como a Euronext Lisbon e a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações também se associaram ao GPA 2009, sendo um sinal claro da importância crescente que este projecto está adquirir após o sucesso da primeira edição.
 
Uma das grandes novidades da edição deste ano em relação a 2008 é o facto de se ter alargado o conceito de sustentabilidade em toda sua plenitude, integrando não apenas a componente ambiental, mas também os pilares económico e social.  
 
Perante isto, acredito que o GPA 2009 reúne todas as condições para ser ainda mais mobilizador na apresentação de candidaturas do que o ano passado. É esse o meu desejo para o GPA 2009!
 
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4 de Março de 2009
Por José Manuel Costa

Sustentabilidade

 
A sustentabildade é cada vez mais um "valor" que deve ser estimado e potenciado. O Grupo GCI tem encetado vários esforços nesse sentido, promovendo práticas ambientais e incentivando políticas sustentáveis. 
 
O consórcio Green Values, criado recentemente e composto pelo Grupo GCI e pela MyChange, tem precisamente como objectivo a definição e a implementação de projectos pela sustentabilidade. 
 
O primeiro projecto é um ciclo de conferências em parceria com a Caixa Geral de Depósitos. 
 
A sustentabilidade será abordada em todas as suas vertentes: ambiental, económica e social. Por isso, temas como as alterações climáticas, os direitos humanos, a sociedade da informação e o futuro das cidades serão incontornáveis na agenda dos conferencistas ao discutirem a problemática na sociedade actual.
 

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11 de Dezembro de 2008
Por José Manuel Costa

Ainda não passaram 15 dias desde que o ex vice-chanceler alemão Joschka Fischer reconheceu, em Portugal, que mais séria que a crise económica é a crise ambiental.

 

Em jeito de provocação, e num País com condições climáticas ímpares, Fischer apelou à acção conjunta para abrir/identificar os grandes desafios ao nível das energias renováveis, uma área onde a Europa poderá ter posição dominante, por oposição à energia nuclear e ao petróleo.

 

Ou seja, perante a adversidade e a crise, a oportunidade de novos mercados.

 

Por muito que se fale, que se agitem mentalidades, por muitos protocolos que se assinem… não chega a boa vontade de países mais pequenos face às posições, diria que retrógradas, de dirigentes de grandes potenciais que ainda continuam a sobrepor o valor da economia ao valor do ambiente.

 

Sem que se possam quantificar ambos os valores, não me restam dúvidas que a economia tem /é de ciclos, mas que o ambiente só terá ciclo descendente se nada for feito.

 

Aliás, Al Gore, ex vice-presidente dos Estados Unidos da América, tocou neste ponto quando há cerca de 10 meses, nomeadamente na iniciativa da APED, discursou em Portugal e reforçou as mensagens do filme “Uma verdade inconveniente”. Um filme que apela a uma acção imediata contra o aquecimento global.

 

Com dois ex-líderes, um de cada lado do Atlântico, a terem pontos em comum na causa do ambiente e da energia, será que devemos ficar expectantes ou apostar que um dos lados do Atlântico alcançará o lugar mais alto no pódio da luta em prol do futuro do planeta?

 

Será que iremos assistir ao espirrar da América sem que a Europa se constipe?

 

Se olharmos para o presente temos uma América cujo presidente sempre deu maior ênfase à economia do que ao ambiente…

 

…Temos uma Europa que já começou a olhar para a crise energética como uma oportunidade para o ambiente.

 

Por outras palavras, temos um conjunto de líderes de um continente (velho) que já levam alguns meses de avanço sobre os objectivos de um presidente recém-eleito e que só tomará posse do “novo continente" a 20 de Janeiro.

 

Mas… é um presidente que se apresenta ávido de mostrar trabalho, de mostrar que atacar a mudança climática global é uma "questão de urgência". Um propósito que irá gerar empregos.

 

Poderia escrever que, enquanto político, é esse o seu papel, mas tenho de reconhecer que Obama já não me surpreende e que acredito que de facto “this is a matter of urgency and national security, and it has to be dealt with in a serious way. That is what I intend my administration to do."

 

Uma intenção que a priori irá estimular a economia e criar 2,5 milhões de postos de trabalho.

 


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5 de Dezembro de 2008
Por José Manuel Costa

Hoje é o segundo dia para agitar as mentes e continuar a gerar um grande movimento em torno dos temas que marcam a agenda internacional em matéria de desenvolvimento sustentável.

 

 

Depois de ontem a qualidade dos oradores e participantes ter superado todas as expectativas, a fasquia do Green Festival, que decorre até dia 8 de Dezembro, no Centro de Congressos do Estoril, está alta e as aprendizagens para o próximo ano estão a ser anotadas.

 

Mas, os desafios em prol do desenvolvimento sustentável não param. A Comissão Europeia acaba de adoptar uma proposta que, pela primeira vez, irá permitir a todos os Estados-membros e regiões da União investirem na habitação mediante medidas de eficiência energética e energias renováveis.

 

No momento em que as palavras “crise” e “económica” se tornaram banais nas conversas, o antigo vice-chanceler alemão Joschka Fischer não escondeu, ontem no Centro de Congressos do Estoril, que a crise mais séria é a que junta as palavras “crise” e “ambiente”.

 

Num claro desafio à acção conjunta para abrir/identificar as grandes oportunidades, Fischer lembrou o desafio na aposta das energias renováveis. Uma área onde a Europa poderá ter posição dominante, por oposição à energia nuclear e ao petróleo.

 

Tendo Portugal clima e posição geográfica privilegiadas, gostaria de fazer minhas as palavras do ex-líder alemão, “mostrem-me um país rico que tenha destruído o seu futuro com investimentos na sustentabilidade".

 


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28 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

A expressão “era uma vez” provou ontem que pode ser mais, muito mais, que o início de uma fábula. 

 

 

Sem que se possa falar em vencedores e vencidos, até porque estes últimos não existem, os projectos que mais contribuiram para a promoção da Sustentabilidade Ambiental em Portugal foram ontem reconhecidos durante uma gala que decorreu no Centro de Congressos do Estoril.

 

 

O Galardão Green Project Awards foi entregue a:

 

 

Categoria Comunicação:

Grande Prémio: Sociedade Ponto Verde

 

Menção honrosa:

EDP

SIC

Delta

 

 

Categoria I&D:

Grande Prémio: INETI

 

Menção honrosa:

DST

E-studio

 

 

Categoria Projecto:

Grande Prémio: AMI

 

Menção honrosa:

Junta de Freguesia da Ericeira

Livros Amigos do Ambiente

 

 

Porque já não há retorno no caminho da Sustentabilidade em Portugal, o GPA é o meu compromisso pessoal para reforçar as palavras do senhor Ministro do Ambiente: “O conceito de Desenvolvimento Sustentável tem continuidade no terreno”.


 


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27 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

 

 

Green dia

 
O balanço é deveras positivo e hoje é o grande dia. O dia em que ficaremos a saber quem são os vencedores do Green Project Awards, uma iniciativa do Grupo GCI, que conta com o apoio do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Quercus.
 
A gala de atribuição de prémios acontece daqui a pouco no Centro de Congressos do Estoril, e será a primeira de muitas cujo objectivo é distinguir o que de melhor se faz em Portugal pela sustentabilidade.
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25 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

Mais do que ser green é ser sustentável!

 

Muito poderia escrever sobre esta frase. Falo claramente do que entendo como o meu compromisso pela sustentabilidade. E quanto mais me envolvo, mais me sinto envolvido!

 

Tem sido um longo caminho! Por cada passo que dou pelo "carreiro" da sustentabilidade, deparo-me com uma longa "auto-estrada", migrando do meio ambiente para a sustentabilidade e muito falada por meio da crise financeira.

 

Eis a nova " ordem" pela sustentabilidade.

 

Esta é a boa e surpreendente conclusão do meu mais recente projecto pela sustentabilidade: wearegreensavers.com

 

Um sucesso resultante da forte adesão de uma grande comunidade de Green Savers.

A mais recente e única social network sobre sustentabilidade em Portugal
 


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12 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

De Green Savers

 

 

Ao iniciar este post não posso deixar de recordar o célebre livro “Em busca do tempo perdido”, de Marcel Proust, que foi algo que esteve presente na preparação do projecto Green Savers. A ideia é provocar e criar uma social network em torno da sustentabilidade.

 

 

Na época de Proust também havia provocação: a busca incessante de formas de estabilidade e credibilidade. Nos dias de hoje “buscamos” a sustentabilidade do planeta e mais recentemente a sustentabilidade do sistema financeiro.

 

 

O mais recente desafio do Grupo GCI: www.wearegreensavers.com

 

 

A nova social network para a sustentabilidade e meio ambiente. Ou melhor, uma nova profissão: I am GREEN SAVER

 

 

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11 de Novembro de 2008
Por José Manuel Costa

Dois anos após ter chegado às bancas o semanário Sol, outro jornal, desta vez diário, começa a ganhar forma. Agendado para chegar ao mercado nos primeiros meses de 2009, o novo diário generalista do Grupo Lena entra agora na fase de recrutamento de jornalistas seniores. 

 

 

Num País onde as novidades não são os jornais, mas o que trazem editado, quero, com alguns dias de atraso, felicitar o Diário Económico que há pouco tempo completou 19 anos de idade. Com a estratégia a ditar novas opções, o grupo proprietário do mais antigo diário de economia do País acaba de anunciar que o Semanário Económico vai ser reformulado e passará a sair ao sábado.

 

 

Num País onde os media não são notícia o quarto trimestre de 2008 está, sem dúvida, a trazer protagonismo aqueles que costumam ditar o protagonismo.

 

 

 

Porque as novas tecnologias são outra vertente do negócio, a RTP Mobile criou um novo canal temático em parceria com a APDC. Juntas estas duas entidades assinam hoje nova página da história ao combinarem meios de produção da televisão tradicional com novas soluções tecnológicas.

O novo canal que está a partir de hoje disponível nas redes de telemóvel da TMN, Vodafone e Optimus assegura a transmissão directa e integral do Congresso das Comunicações, que decorre no Centro de Congressos de Lisboa sob o signo “Tecnologias de Informação e Alterações Climáticas”.

 

 

 

Porque as mudanças não estão só no mercado nacional, e a noite eleitoral dos Estado Unidos provou que tudo está em mudança, neste congresso da APDC haverá espaço para temas como telepresença, que permite, por exemplo, realizar reuniões entre pessoas que se encontram a milhares de quilómetros de distância, através de hologramas.

 

 

É caso para dizer que, apesar da tão falada crise económica, o mercado português da comunicação está bem vivo.

 


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30 de Outubro de 2008
Por José Manuel Costa

O ambiente é, desde há anos, uma das minhas causas. 

 

 

Na GCI o termo green já faz parte do nosso ADN, dos nossos dias e dos nossos procedimentos. Recolha selectiva de lixo e gestão sustentável de recursos, entre outras práticas, são comuns no Grupo.

 

 

Mas, há ainda muito a fazer. E, com aquilo que “não nos é útil” podemos tentar melhorar ou minimizar algo menos bom na sociedade. É assim com a Sociedade Ponto Verde, está a ser assim com a Ecopilhas que tem instalado na Praça da Figueira, em Lisboa, um Mega Pilhão.

 

 

Objectivo desta acção?

 

 

Uma causa: aumentar os níveis de consciencialização dos cidadãos para a importância da reciclagem das pilhas e baterias usadas, que quando depositadas indevidamente são nocivas para o meio ambiente.

 

 

Um contributo: todas as pilhas e baterias colocadas nos Pilhões a nível nacional irão contribuir para a oferta de uma Unidade de Transporte de Sangue ao Instituto Português do Sangue (IPS).

 

 


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