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José Manuel Costa

José Manuel Costa

O que podemos aprender com a crise?

17.06.10, José Manuel Costa

Há um lugar comum que todos os anos ouvimos em conferências e seminários, lemos em artigos ou livros de negócios: crise, em mandarim, significa oportunidade. É um cliché que soa bem, mantém os auditórios atentos e faz as delícias dos jornalistas.

 

Esta velha máxima chinesa é, apenas em parte, verdadeira – se é que ela é verdadeira, há quem o conteste. As crises devem ser previstas. Este é o truque para as saber e conseguir ultrapassar.

 

A verdade é que, num clima económico instável onde a confiança nos mercados bate recordes negativos, não há milagres para quem está mal apetrechado para sobreviver a este cenário.

 

Há, porém, oportunidades (eu chamei cliché à velha máxima chinesa, não a neguei). No entanto, estas não surgem do nada, mas de uma estratégia bem delineada – e continuada – de investimentos.

 

Expansão internacional e a aposta em sectores como o digital e os conteúdos, e em políticas como a diversidade - não é surpresa para ninguém - estão entre as principais oportunidades do actual mercado de PR.

 

As parcerias, a boa relação com os stakeholders, o profissionalismo e a transparência são outras das características que podem – que vão – ajudar qualquer empresa a ultrapassar esta tempestade e a surgir, no fim da crise, melhor apetrechada que a sua concorrente – ou concorrentes – para um virar de página sempre saboroso.

 

O que podemos aprender com a crise? Que ela pode ser prevista. Aliás, que ela deve ser prevista. A sua magnitude, duração e consequências.

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